sexta-feira, 25 de março de 2011

Mundim no teatro em 2011

Os alunos do turno noturno (num total de 51) foram ao teatro, assistir à peça “As Mãos de Euridice”, um monólogo escrito por Pedro Bloch. É uma peça bem antiga, estreou no Brasil em 1950 e fora o primeiro monólogo encenado em solo brasileiro. O ator deu um show de interpretação, o personagem interpretado por ele, não agiu de uma forma adequada durante toda sua vida e ainda conseguiu fazer com que sentíssemos pena dele, pelo menos por um momento. Já pensou, ele abandonou sua esposa e filhos, para viver com outra mulher. Esta mulher o arruinou financeiramente. Então, no fundo do poço, depois de sete anos, quando retornou para sua casa, ao encontrar sua esposa com outro, ainda se achou a vítima da história.
Os moços e moças de nosso Mundim em sua grande maioria ficaram bem comportados durante o monólogo intelectualizado. Comportamento que fora esquecido por alguns dos moços no percurso de volta, dentro do ônibus.Eu, professora Lívia, juntamente com as professoras Neusa e Maria José, acompanhamos os meninos e meninas ao passeio cultural e de entretenimento. Nós ficamos nas mãos dos alunos.
É o nosso Mundim, mais uma vez no teatro, valorizando a cultura. Aqui no nosso Mundim é assim, nós vamos ao teatro, o teatro vem até nós...
Se mexer leva bicada!

Após ter sofrido um ataque inesperado do Leão do Sul no primeiro jogo do ano realizado na Serrinha, válido pelo campeonato goiano, o Periquito ficou mais precavido em seu ninho. Também pudera, a avezinha levou cinco golpes duríssimos e só conseguiu dar uma única bicada na fera do Sul, a qual parece nem ter feito cócegas no arrojado felino. Mesmo perdendo o Periquito não deixou de dar sua bicada tentando proteger seu ninho, no alto da Serrinha. Se mexer leva bicada!
Ao receber sua prima atrevida e tagarela, a Arara Azul, o Periquito da Serrinha ficou ressabiado, na retaguarda, num primeiro momento quis fazer papel de bom anfitrião e quando a agitada prima do interior se sentiu a vontade, quase no momento da despedida a avezinha verde foi traiçoeira, tacou-lhe uma bicada forte e certeira. Nem teve tempo de reagir à pobre coitada. Que avezinha mais desalmada! Se mexer leva bicada!
Depois foi a vez do Camaleão, este da família dos lagartos, seria então parente do Dragão. Se bem que Dragão me parece não ter parentesco com lagartos, ou será que tem? Ao certo não sei, mas os torcedores do Periquito e do Tigrão adoram depreciar nossa fera mitológica, o Dragão, chamando-o de lagartixa, por isso fiz tal remissão: dizer que o Camaleão é parente do Dragão.
O bicho camuflador, se fez de verde, um Lagarto verde, no gramado verde, diante do time de Verde. Um Lagarto amigo, ele parecia não oferecer perigo, mesmo assim, o Periquito precavido, logo foi bicando o Lagarto, coitado! O Camaleão não gostou da bicada, de verde, nosso Lagarto irritado, ficou avermelhado e golpeou por duas vezes duramente a avezinha do cerrado. Se ele tivesse deixado quieto o Lagarto talvez não tivesse sido fortemente golpeado. Estonteado, mas querendo vencer em seus domínios, defender seu ninho, o Periquito com muito sacrifício, conseguiu empatar e virar o combate. Mostrou ao Camaleão que em ninho de Periquito não se mexe não. Se mexer leva bicada!
A Xata, vindo diretamente de Anápolis, estava na expectativa de arrasar com o Periquito em seu ninho. Até então a Xata era absoluta na competição, não havia perdido nem um confronto não. Quanta pretensão! O Periquito, leve, solto e desinibido, tascou três bicadas na visitante exibida. Onde já se viu escrever Xata com X, até hoje não consegui uma explicação lógica para isso, os anapolinos devem considerar mais chique o nome ser grafado desta forma. Que Xata mais chata e exibida! Se mexer leva bicada!
Por último veio o Azulão do Vale, neste caso acredito que azulão não se refere a um pássaro e sim as cores do time do Goianésia. Eu pesquisei sobre qual seria o mascote de tal time, mas não encontrei; se alguém souber, me comunique, pois muito mais informada ficarei e eternamente grata a quem me informar eu serei. Mascote, não sei se o time tem, entretanto, criatividade eu sei que anda meio escassa, pelo menos no que concerne ao design do símbolo do Goianésia. É praticamente o símbolo do Goiás, só mudou as cores. Se bem que o do Atlético é uma adaptação do símbolo do São Paulo, isso sem contar que conta com as cores do Flamengo. É Chacrinha, não é só na televisão, que nada se cria e tudo se copia. Voltando a visita do Azulão à Serrinha, no ninho do Periquito. Nada de cordialidade por parte do anfitrião, este logo foi bicando o Azulão. Que recepção! De tanto levar bicada (três bicadas), o visitante ficou irritado e conseguiu dar uma pancada na avezinha malcriada, mas de nada adiantou, o Periquito, o confronto ganhou. Se mexer leva bicada!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Mundim no teatro em 2011

Os alunos do turno noturno (num total de 51) foram ao teatro, assistir à peça “As Mãos de Euridice”, um monólogo escrito por Pedro Bloch. É uma peça bem antiga, estreou no Brasil em 1950 e fora o primeiro monólogo encenado em solo brasileiro. O ator deu um show de interpretação, o personagem interpretado por ele, não agiu de uma forma adequada durante toda sua vida e ainda conseguiu fazer com que sentíssemos pena dele, pelo menos por um momento. Já pensou, ele abandonou sua esposa e filhos, para viver com outra mulher. Esta mulher o arruinou financeiramente. Então, no fundo do poço, depois de sete anos, quando retornou para sua casa, ao encontrar sua esposa com outro, ainda se achou a vítima da história.
Os moços e moças de nosso Mundim em sua grande maioria ficaram bem comportados durante o monólogo intelectualizado. Comportamento que fora esquecido por alguns dos moços no percurso de volta, dentro do ônibus.Eu, professora Lívia, juntamente com as professoras Neusa e Maria José, acompanhamos os meninos e meninas ao passeio cultural e de entretenimento. Nós ficamos nas mãos dos alunos.
É o nosso Mundim, mais uma vez no teatro, valorizando a cultura. Aqui no nosso Mundim é assim, nós vamos ao teatro, o teatro vem até nós...
Se mexer leva bicada!

Após ter sofrido um ataque inesperado do Leão do Sul no primeiro jogo do ano realizado na Serrinha, válido pelo campeonato goiano, o Periquito ficou mais precavido em seu ninho. Também pudera, a avezinha levou cinco golpes duríssimos e só conseguiu dar uma única bicada na fera do Sul, a qual parece nem ter feito cócegas no arrojado felino. Mesmo perdendo o Periquito não deixou de dar sua bicada tentando proteger seu ninho, no alto da Serrinha. Se mexer leva bicada!
Ao receber sua prima atrevida e tagarela, a Arara Azul, o Periquito da Serrinha ficou ressabiado, na retaguarda, num primeiro momento quis fazer papel de bom anfitrião e quando a agitada prima do interior se sentiu a vontade, quase no momento da despedida a avezinha verde foi traiçoeira, tacou-lhe uma bicada forte e certeira. Nem teve tempo de reagir à pobre coitada. Que avezinha mais desalmada! Se mexer leva bicada!
Depois foi a vez do Camaleão, este da família dos lagartos, seria então parente do Dragão. Se bem que Dragão me parece não ter parentesco com lagartos, ou será que tem? Ao certo não sei, mas os torcedores do Periquito e do Tigrão adoram depreciar nossa fera mitológica, o Dragão, chamando-o de lagartixa, por isso fiz tal remissão: dizer que o Camaleão é parente do Dragão.
O bicho camuflador, se fez de verde, um Lagarto verde, no gramado verde, diante do time de Verde. Um Lagarto amigo, ele parecia não oferecer perigo, mesmo assim, o Periquito precavido, logo foi bicando o Lagarto, coitado! O Camaleão não gostou da bicada, de verde, nosso Lagarto irritado, ficou avermelhado e golpeou por duas vezes duramente a avezinha do cerrado. Se ele tivesse deixado quieto o Lagarto talvez não tivesse sido fortemente golpeado. Estonteado, mas querendo vencer em seus domínios, defender seu ninho, o Periquito com muito sacrifício, conseguiu empatar e virar o combate. Mostrou ao Camaleão que em ninho de Periquito não se mexe não. Se mexer leva bicada!
A Xata, vindo diretamente de Anápolis, estava na expectativa de arrasar com o Periquito em seu ninho. Até então a Xata era absoluta na competição, não havia perdido nem um confronto não. Quanta pretensão! O Periquito, leve, solto e desinibido, tascou três bicadas na visitante exibida. Onde já se viu escrever Xata com X, até hoje não consegui uma explicação lógica para isso, os anapolinos devem considerar mais chique o nome ser grafado desta forma. Que Xata mais chata e exibida! Se mexer leva bicada!
Por último veio o Azulão do Vale, neste caso acredito que azulão não se refere a um pássaro e sim as cores do time do Goianésia. Eu pesquisei sobre qual seria o mascote de tal time, mas não encontrei; se alguém souber, me comunique, pois muito mais informada ficarei e eternamente grata a quem me informar eu serei. Mascote, não sei se o time tem, entretanto, criatividade eu sei que anda meio escassa, pelo menos no que concerne ao design do símbolo do Goianésia. É praticamente o símbolo do Goiás, só mudou as cores. Se bem que o do Atlético é uma adaptação do símbolo do São Paulo, isso sem contar que conta com as cores do Flamengo. É Chacrinha, não é só na televisão, que nada se cria e tudo se copia. Voltando a visita do Azulão à Serrinha, no ninho do Periquito. Nada de cordialidade por parte do anfitrião, este logo foi bicando o Azulão. Que recepção! De tanto levar bicada (três bicadas), o visitante ficou irritado e conseguiu dar uma pancada na avezinha malcriada, mas de nada adiantou, o Periquito, o confronto ganhou. Se mexer leva bicada!