segunda-feira, 6 de dezembro de 2010




Presente de Natal antecipado
A arena estava armada para o confronto final, Leão X Dragão, das duas feras apenas uma ficaria na prestigiada competição. O Dragão, fera temida, por vezes encolhida no Brasileirão, decidiu sua permanência na série A, na última rodada, tudo para a última hora, assim como faz todo bom cidadão brasileiro. Este é o nosso Dragão campineiro, bem brasileiro!
Os baianos se mostraram muito receptivos, até uma serenata foi oferecida para os atletas atleticanos. Uma serenata um tanto quanto diferente, composta por fogos e buzinas e o pior, durou a noite toda. Vai ver já previam a permanência do time goiano na elite do futebol brasileiro e adiantaram a comemoração. Afinal o povo baiano é cheio de mandinga, pelo menos é o que ouvimos por aí.
O Estádio estava lotado, era gente para todo lado, afinal era a decisão do campeonato. Mesmo que seja uma decisão nostálgica, disputar a permanência na elite, mas infelizmente esta tem sido a triste realidade de nosso futebol goiano. Robston em entrevista antes do jogo disse que os torcedores poderiam gritar, mas em campo seriam onze contra onze. Robston, o coração do Dragão, tinha mesmo razão. A torcida era grande, mas toda rubro-negra, assim como são as cores do Atlético. Os atleticanos se sentiram em casa!
Um jogo nervoso, Elias o habilidoso, não conseguiu jogar. De nada adiantou a diretoria atleticana o seu contrato renovar. Marcão, o artilheiro desajeitadão, mostrou muita disposição, era cada chutão, mas sem direção. E quando acertava o rumo do gol, o chute saia fraco. Assim, não, Marcão. Juninho, o franzininho bom de bola, teve chances claras de gol; na primeira Viáfara superou, mas de cima da linha o marcador tirou e na segunda, o goleiro para escanteio mandou. O time atleticano perdeu boas oportunidades de abrir o marcador e aquele famoso ditado “Quem não faz leva” começou a afligir o torcedor. Que jogo, que emoção!
O jogo foi disputado, muito equilibrado, o Dragão não conseguindo derrotar o Leão, a catimba foi a solução. Ele deve ter aprendido com os argentinos, talvez até com os jogadores do Independiente na última quarta-feira no Serra dourada. Juninho, tadinho, muito fraquinho, não conseguia andar, para sair do gramado precisou de um jogador do vitória o levantar. Ele não gostou muito da ideia e desabou em frente da plateia. Os jogadores do Vitória ficaram muito irritados e por pouco não distribuíram pancadas para todo lado.
Gol não saiu no Barradão, mas não faltou emoção e sofrendo muita pressão, o time goiano ficou na serie A do Brasileirão. Ufa! Que sufoco!
Depois de sofrerem bastante no campeonato, os atleticanos receberam um presente de natal antecipado. E que presente!
Alinhar à direita

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010




Presente de Natal antecipado
A arena estava armada para o confronto final, Leão X Dragão, das duas feras apenas uma ficaria na prestigiada competição. O Dragão, fera temida, por vezes encolhida no Brasileirão, decidiu sua permanência na série A, na última rodada, tudo para a última hora, assim como faz todo bom cidadão brasileiro. Este é o nosso Dragão campineiro, bem brasileiro!
Os baianos se mostraram muito receptivos, até uma serenata foi oferecida para os atletas atleticanos. Uma serenata um tanto quanto diferente, composta por fogos e buzinas e o pior, durou a noite toda. Vai ver já previam a permanência do time goiano na elite do futebol brasileiro e adiantaram a comemoração. Afinal o povo baiano é cheio de mandinga, pelo menos é o que ouvimos por aí.
O Estádio estava lotado, era gente para todo lado, afinal era a decisão do campeonato. Mesmo que seja uma decisão nostálgica, disputar a permanência na elite, mas infelizmente esta tem sido a triste realidade de nosso futebol goiano. Robston em entrevista antes do jogo disse que os torcedores poderiam gritar, mas em campo seriam onze contra onze. Robston, o coração do Dragão, tinha mesmo razão. A torcida era grande, mas toda rubro-negra, assim como são as cores do Atlético. Os atleticanos se sentiram em casa!
Um jogo nervoso, Elias o habilidoso, não conseguiu jogar. De nada adiantou a diretoria atleticana o seu contrato renovar. Marcão, o artilheiro desajeitadão, mostrou muita disposição, era cada chutão, mas sem direção. E quando acertava o rumo do gol, o chute saia fraco. Assim, não, Marcão. Juninho, o franzininho bom de bola, teve chances claras de gol; na primeira Viáfara superou, mas de cima da linha o marcador tirou e na segunda, o goleiro para escanteio mandou. O time atleticano perdeu boas oportunidades de abrir o marcador e aquele famoso ditado “Quem não faz leva” começou a afligir o torcedor. Que jogo, que emoção!
O jogo foi disputado, muito equilibrado, o Dragão não conseguindo derrotar o Leão, a catimba foi a solução. Ele deve ter aprendido com os argentinos, talvez até com os jogadores do Independiente na última quarta-feira no Serra dourada. Juninho, tadinho, muito fraquinho, não conseguia andar, para sair do gramado precisou de um jogador do vitória o levantar. Ele não gostou muito da ideia e desabou em frente da plateia. Os jogadores do Vitória ficaram muito irritados e por pouco não distribuíram pancadas para todo lado.
Gol não saiu no Barradão, mas não faltou emoção e sofrendo muita pressão, o time goiano ficou na serie A do Brasileirão. Ufa! Que sufoco!
Depois de sofrerem bastante no campeonato, os atleticanos receberam um presente de natal antecipado. E que presente!
Alinhar à direita

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