sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Taça do Mundo é nossa

O blog do Mundim participou recentemente de um concurso de blogs promovido pelo NTE(Núcleo de Tecnologias Educacional), na ocasião seriam escolhidos os cinco melhores blogs, ficamos na sexta colocação, passamos perto. Vale ressaltar que havia seis participantes, brincadeira a parte, havia mais de 100 blogs de todo Estado de Goiás participando.

Não ficamos em primeiro lugar, mas para nós nosso blog ocupa o primeiro lugar, pelo menos em nossos corações, a Taça do Mundo é nossa. O blog foi criado pela Valdelândia Braga e agora está sendo continuado por mim, Lívia Aparecida e pela Izabel Amorim. Em nosso blog relatamos fatos do cotidiano escolar, publicamos textos escritos por professores e alunos da escola. Eu mesma sou mestre em ficar escrevendo crônicas sobre eventos ocorridos em nosso Mundim. Tais textos nos diferenciam dos demais blogs. Fiquei tão empolgada com a ideia que acabei criando meu próprio blog e se tiver um concurso deste tipo destinado para professores estarei na disputa e com reais chances de conquistar o topo da classificação. Sou mesmo muito ... digamos.... otimista

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ciência Experimental, que legal!

Sabem aqueles filmes, nos quais temos aquelas escolas e/ou mesmo universidades? Acredito que sabem do que eu estou falando, pois bem, em tais centros de ensino temos aqueles alunos peraltas, mas não é a peraltice que quero ressaltar, pois aqui no nosso Mundim nossos alunos são muito “comportados”. Bem, em tais filmes sempre vemos laboratórios de experimentos científicos, eu que sempre estudei em escola pública imaginava que isso só existia na ficção, ou em escolas privadas, entretanto, ontem participei de uma aula assim aqui no meu Mundim. Acompanhei a aula optativa de Ciência Experimental, ministrada pela professora Elgia. Ciência Experimental, que legal!
Primeiro presenciei a fabricação de cola de caseína. A Ana Clara e a Áquila(este nome me fez lembrar de um filme, penso que vocês sabem qual é) nos mostraram como se confecciona tal cola. E não é que a cola cola, colou até sacola. Depois o Robson, o Danilo e o José Bernardo fabricaram espuma.
Tudo estava correndo tranquilo na aula de experimentos, mas logo a Gabriela e a Anayle produziram na nossa frente o Sangue do diabo. Ufa, que coisa estranha! Com um monte de substâncias, todas muito bem separadinhas, presenciei a produção do temido sangue. Após o sangue ter ficado pronto, elas colocaram num pano branco, inicialmente ficou manchado, mas depois como num passe de mágica, eis que o sangue desapareceu do pano branco, nem mancha deixou. Que assustador! Após tal experimento fiquei meio agitada e não contive um grito, ao ver o Henrique e o Gabriel tentar colocar um ovo dentro de uma garrafa. Houve uma pequena explosão, fazia parte da atividade, mas assustei e gritei, foi meio baixo; confesso que fiquei sem graça.
Descobri que não precisamos mais preocupar com racionamento de energia, pois se as águas secarem temos outro condutor/produtor de energia, o limão. João Pedro e Walisson, nos mostraram isso. Haja plantação de limoeiros!
Impressionada, meio que assustada com tanto experimento, eis que chega o Pablo com uma vela na mão, isso acalmou meu coração, me fez lembrar até de um poema que o nosso menino poeta dedicou a mim, no qual tinha o seguinte verso: De pé com a vela na mão. Entretanto, não gostei muito deste verso, pois vela, não sei o motivo, me lembra de velório, cemitério, eu até comentei com o professor Gismair e ele me consolou disse que seria pior se fosse deitada com uma vela na mão. Acho que o professor Gismair tem razão. O fato é que o Pablo e o Leonardo apresentaram o experimento da vela que suga água por baixo de um recipiente. A calmaria da vela dos meninos deu lugar à agitação do foguete de balão apresentado pela Leonara e Kátia.
Por último foi a vez da Ana Carla e Larisse elas nos mostraram as cores que se movem, foi um mimo tal apresentação. As meninas com toques de delicadeza e ciência encerraram a manhã de experimentos.
Nós ainda não contamos com um laboratório de ciências como os dos filmes, assim como não temos piscinas e jumps na escola, entretanto, graças ao empenho dos professores isso não é motivo para privar os alunos de tais atividades práticas. Na aula de experimentos científicos percebi o empenho e empolgação dos alunos, além de pesquisarem sobre a experiência a ser demonstrada, eles apresentaram passo a passo como se daria o experimento, desenvolvendo assim a oralidade e /ou competência comunicativa. Parabéns professora Elgia pelo trabalho.

Ciência Experimental

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mundim na Aqualandi

A professora Tânia em parceria com a iniciativa privada levou seus alunos para aulas de Educação Física no Centro de Esportes Aqualandi. O professor de Educação Física, e também proprietário da Aqualandi, Frederico Landi, prontamente atendeu a proposta da professora, cobrando apenas um valor irrisório pela utilização dos jumps e piscina. Além disso, o professor Fred gentilmente ministrava aula de hidroginástica , enquanto a professora Tânia ministrava as de jump. “O intuito de promover essas aulas foi mostrar para os alunos que as atividades físicas não ficam restritas apenas ao ambiente escolar; tentei mostrar para eles o leque de exercícios físicos que os mesmos podem ter acesso para uma melhor qualidade de vida.” Ressaltou a professora Tânia. Os alunos apreciaram bastante as aula na Aqualandi. Parabéns a professora Tânia pelo empenho em organizar aulas diferenciadas e ao Professor Frederico por ter acolhido o nosso Mundim em seu espaço. Amigos, é a Tânia, aquela mesma que eu em outros textos menciono parecer com a Índia do filme "Uma noite no Museu".
Jump e Hidroginástica

Jump e Hidroginástica II

terça-feira, 23 de novembro de 2010


“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”, sempre ouvimos e/ou mesmo repetimos esta representativa frase do poeta português Fernando Pessoa, entretanto, pouco conhecemos o poema que abriga tal frase. Essa frase faz parte de tudo que faço em minha vida, pois quando fazemos as coisas com dedicação e amor, por mais ínfimas que sejam, tais coisas com certeza valerão a pena. Não sei se minha alma é grande, mas penso que tenho uma alma... não sei como qualificar. Aliás como qualificar uma alma? Não sei, penso que nossas almas são como o mar, ora como as ondas tranquilas, ora como as ondas totalmente agitadas. Algumas almas são rasas, sem a mínima expectativa de aprofundarem-se, entretanto, podem ser surpreendidas pelas areias, as quais não oferecem um porto seguro e se veem perdidas nas profundezas sem saberem o que fazer. Outras são profundas, sempre procurando desvendar os mistérios da imensidão submersa do mar. Têm umas almas que só absorvem as águas turvas do mar, passando por uma vida sem ao menos o azul do mar enxergar... Queria continuar falando sobre almas, mas não consigo, então meus amigos e amigas, me ajudem a dar continuidade... Agora compartilho com vocês o poema que incorpora tão brilhante frase:

Mar Português

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mundim em O Popular

O texto a seguir foi escrito pelo professor de nosso Waldemar Mundim, Gismair Teixeira – Mestre em Estudos Literários e doutorando pela UFG. Tal texto/artigo foi publicado em O Popular no dia 17 de novembro de 2010. É o nosso Mundim na mídia joranlística goiana. Parabéns professor Gismair pelo brilhante texto, no qual para abordar um fato atual, é moblilizado vários conhecimentos.

A logística do ENEM

O último Exame Nacional do Ensino Médio deixou evidenciado mais uma vez um problema que os especialistas há muito já apontaram e o senso comum já percebeu pela intuição: a aparentemente insuperável dificuldade do Brasil com a logística. A própria literatura já refletiu este calcanhar de Aquiles tupiniquim em páginas que se tornaram clássicas. Em Os sertões, Euclides da Cunha relata os fracassos em batalhas do exército brasileiro contra o arraial de Canudos ocasionados por uma elementar questão de logística, quando os mantimentos necessários não chegavam às tropas exaustas. Foram necessárias algumas expedições fracassadas até que um dos comandantes percebesse o problema e tomasse as medidas necessárias, culminando na vitória final, mas não sem um número grande de vítimas entre os soldados.
Ao vazamento das provas do Enem do ano passado somam-se agora os percalços da última edição, quando erros de impressão em algumas provas prejudicaram uma certa quantidade de alunos. Como se isto não bastasse, em nossa atividade docente tivemos contato com diversos estudantes que prestaram o exame e grande parte reclamou da organização. De fiscais desatentos ao que se passava nas salas ao uso de celulares houve de tudo um pouco, segundo eles. Questões que vazaram para o twitter, espaço de comunicação da internet, são um indício de que estes alunos não exageraram. Como o ensino médio tem sido um gargalo da educação brasileira, a exigir dos especialistas e das autoridades governamentais ações efetivas para a sua melhoria, todos os dissabores envolvendo o Exame Nacional do Ensino Médio vêm como um reforço à percepção que os próprios alunos têm de abandono a que este período da educação está relegado.
Os estudantes nos questionam, não sem uma ponta de certa angústia, o porquê de os concursos vestibulares serem tão bem organizados, raramente apresentando algum problema mais significativo, enquanto o Enem tem se revelado uma dor de cabeça para muitos deles. Em suas mentes juvenis, influencaidas pelos roteiros hollywoodianos, muitos questionam, com base em teorias da conspiração, se tais erros não seriam propositais, com finalidades escusas desencadeadas por forças ocultas, como diria o ex-presidente Jânio Quadros. Queremos crer que não! Quando se olha para os problemas estruturais da vida nacional, em praticamente todos os seus departamentos há sérios problemas de logística. Os exemplos são quase infindáveis e oscilam ao sabor das estações do ano. O problema do Enem é apenas mais um que se soma aos demais, quando o erro de um reduzido grupo de pessoas prejudica a vida de milhares e milhares de outras.
Frase de efeito

Amigos conheçam a frase, digamos, de efeito criada por mim sobre meu Mundim:

domingo, 14 de novembro de 2010


Ganhar, vencer e derrotar.

Diante dos reservas do Palmeiras o Dragão não poderia fraquejar, só havia três possibilidades admitidas: ganhar, vencer e derrotar. Com qualquer um dos resultados o time poderia um pouco se tranqüilizar para na série A ficar. O empate frustrante diante dos reservas do Inter serviria para o time diante do Porco se resguardar. Num jogo morno, o time da Campininha não teve muito trabalho para os três pontos conquistar.
O Palmeiras, no primeiro tempo, conseguiu o rápido toque de bola atleticano neutralizar. O jeito foi pelo alto tentar e Jesiel numa cabeçada forte obrigou o goleiro palmeirense a bola espalmar. Mas Jesiel se limitou a isso, ele não tem conseguido jogar e muito menos gols marcar. Se os atacantes não conseguiam as redes balançar, Gilson, zagueiro artilheiro, foi para a área e num passe da trave, abriu o placar.
Para o segundo tempo saiu Jesiel camisa 99 e entrou Marcão camisa 19 e nada de um camisa 9. Marcão, o artilheiro desajeitadão, ele não marcou gol não, mas a partir de sua disposição saiu mais dois gols do Dragão. Vale destacar o terceiro, ele deu um belo passe para Robston que deu um chute certeiro. Não tinha para goleiro! Neste jogo, os artilheiros não marcaram, mas o zagueiro Gilson e o meia Robston, os torcedores não decepcionaram.
O Dragão ganhou, venceu e derrotou o Porco, 3x0 foi o placar, o mesmo ocorrido no primeiro turno, só não foram os mesmos artilheiros, vez que em território paulista, Elias foi o único a marcar. Neste rodada o time se manteve fora da zona da degola, na décima terceira posição, entretanto, com apenas três pontos a frente do Avaí, time que abre a temida zona. E o pior, o time de Guga será o próximo adversário do Atlético, será mais um jogo de 6 pontos. Tomara que neste jogo o time goiano se de bem, vez que já cedeu 9 pontos ao Atlético Mineiro.
O velho Porco tem sido uma presa fácil para o Dragão. Neste ano eliminou o Palmeiras da Copa do Brasil e goleou por duas vezes e pelo mesmo placar no Brasileirão. Não é qualquer alimento que agrada o paladar da nossa fera mitológica. Carne de galo foi totalmente rejeitada pelo Dragão; em combate com o rei do terreiro permitiu-se levar bicadas e não devorou o Galo mineiro. Tendo oportunidade de degustar um belo peixe de águas salgadas, se limitou a ficar apenas com as tentativas de fisgadas. Entretanto, quando se trata de carne de porco, a fera se transforma e sem muita dificuldade a prepara e a devora.
Atleticanos, carne de porco será o prato da semana, porco à la carte: torresminho, lombinho assado, costelinha frita...Enfim, como preferirem, mas cuidado com a indigestão.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

China no Mundim

Nosso Mundim recepcionou uma comitiva chinesa composta por autoridades do Departamento de Educação de Hebei. Desde cedo pessoas ligadas a Secretaria Estadual de Educação estavam organizando o espaço onde seria recepcionada a comitiva chinesa. É a China no nosso Mundim. Eu estava numa empolgação só, nunca havia visto um chinês/chinesa nato/nata e de uma vez só veria toda uma comitiva composta por mais ou menos 12 pessoas. Era Chinês para não acabar mais.
Logo chegou nossa Secretária de Educação, Milca Severino, como sempre muito atenciosa com todos que vão falar com ela, concedeu entrevistas e ficou aguardando a comitiva. Segundo a Secretária está acontecendo um namoro com os chineses, o qual garantiu ela, bem próximo de casamento. A nossa Secretária não perde tempo, arrumando casamento com chinês. E olha que eles não eram de se jogar fora. Brincadeira a parte, mas estão tentando firmar acordo para intercâmbio cultural e profissional. Alunos e professores da rede Estadual de Educação poderão futuramente ir para China. Eu para aprender uma frase em Chinês teria que ficar lá por pelo menos um ano. Que língua mais complicada! Estava presente também Edvânia Braz Teixeira presidente da comissão de avaliação da Secretaria Estadual de Educação.
Tinham muitos jornalistas e fotógrafos na escola, todos na expectativa de recepcionar os estrangeiros. Não sei muito sobre a cultura chinesa, sei que a população é grande, possuem uma culinária totalmente exótica(já pensou comem até carne de cachorro), entretanto, descobri três particularidades dos chineses a primeira é que eles não são pontuais e a segunda e a terceira... Bem a segunda e a terceira, conto-lhes depois.
Tudo estava preparado para recepcioná-los, a festa estava pronta, só faltavam os convidados. A ansiedade tomou conta dos jornalistas e das autoridades da Educação. Eu como sou uma pessoa tranqüila nem estava me importando com o evento. Parece que estavam com dificuldade de encontrar o endereço. Será que o motorista era chinês? Depois de muita demora, eis que estaciona o micro-ônibus com a tão esperada comitiva. Choveu de fotógrafos para retratar tão esperado momento, até eu estava lá com minha modesta câmera fotográfica. Assim, os chineses adentraram no nosso Mundim.
Assistiram algumas apresentações culturais, eles parecem que gostaram muito e ao final das apresentações o representante da comitiva deu algumas declarações. Nossa, não entendi uma palavra, ainda bem que tinha um intérprete, eles só falavam o mandarim. Ele disse que adorou as apresentações e que pensava que a partir do Waldemar Mundim, poderia fazer uma boa imagem das escolas estaduais do Estado de Goiás. Entretanto, o nosso Mundim é uma escola privilegiada, diferentemente de muitas escolas precárias de nosso Estado.
Depois saíram para conhecer a estrutura da escola, entraram no meu laboratório de informática, sala de línguas, sala de vídeo, biblioteca, arena e horta. Na biblioteca uma chinesa viu uma revista na qual na capa estava escrita, China e ficou apontando para a revista, depois gesticulando pediu para tirar foto conosco. Esta chinesa era muito sorridente, só ficava rindo, eu sou ela na versão brasileira. Depois outra chinesa pediu para tirar fotos conosco. Agora revelo a segunda particularidade dos chineses: as mulheres são simpáticas e sorridentes e os homens sérios demais.
Antes de partirem num gesto de gentileza presenteou o vice-diretor Edson e o nosso Jovem Embaixador Gabriel Santos. Eu também queria um presente! Gentileza, terceira característica do povo chinês. É claro que não tem como estabelecer o perfil de um povo assim...
Foi um evento grandioso, entretanto, não contou com todos os alunos e professores da escola, fato que nos deixou contrariados, pois queriam prestigiar o evento. Contudo, o objetivo da visita diplomática era conhecer a escola em plena atividade, o que não foi possível devido ao atraso da comitiva.
E esse foi um breve relato da visita dos chineses ao nosso Mundim: um mundim repleto de saber e interatividade.
2010-11-12

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Com o pé direito

Inicio a semana de trabalho com o pé direito ao publicar tão belo poema dedicado a mim...

LÍVIA, à quem tanto devo .....

As estrelas que ouvem meus clamores,
são as pontas de gelo que lhe dedico.
Por estarem todas a nos espiar neste céu
atentas por assistir nossas histórias e escolhas.
Mas o que são elas?
Se não parte do carinho e afeto que lhe tenho!
Peço as pedras iluminadas que lhe acompanhe,
e que o sopro delas seja como as brisas que abraçam as manhãs!
E quando olhar em suas mãos, verá o brilho dos cristais,
os que fugiram dos meus olhos em forma de lágrimas
pela saudade que sufoca e aperta meu coração, saudade tua!
E quando a luz te acalentar a alma, e acalmá-la ,
estarei do seu lado, a sorrir feliz por poder estar junto de ti.
Quando o vento lhe tocar a face e os raios encandecerem as nuvens,
lembre-se que sempre vou estar esperando por você, mesmo que demore.
De nada nos vale a eternidade, quando quem amamos está longe.
Assim, os séculos se tornam efémeros e cinzas, tristes e angustiantes.
Mas não pense que o tempo pode apagar o que lhe sinto, não pode.
E mesmo longínquo as vezes, eu estarei a lembrar de uma pessoa especial e encantadora,
Você! À quem tanto devo por cada dia, olhar e suspiro, palavra e atenção!
Só peço que se lembre de mim, nas flores, no orvalho, nos raios!
Por que você está sempre comigo, onde quer que eu vá!
Marcos Jeferson

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Um novo doutorando no Mundim

Parabéns ao Professor Gismair Teixeira por ser o mais novo doutorando da UFG. Gismair foi aprovado na área de Letras e Linguística nos estudos literários.
Gismair

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Taça do Mundo é nossa

O blog do Mundim participou recentemente de um concurso de blogs promovido pelo NTE(Núcleo de Tecnologias Educacional), na ocasião seriam escolhidos os cinco melhores blogs, ficamos na sexta colocação, passamos perto. Vale ressaltar que havia seis participantes, brincadeira a parte, havia mais de 100 blogs de todo Estado de Goiás participando.

Não ficamos em primeiro lugar, mas para nós nosso blog ocupa o primeiro lugar, pelo menos em nossos corações, a Taça do Mundo é nossa. O blog foi criado pela Valdelândia Braga e agora está sendo continuado por mim, Lívia Aparecida e pela Izabel Amorim. Em nosso blog relatamos fatos do cotidiano escolar, publicamos textos escritos por professores e alunos da escola. Eu mesma sou mestre em ficar escrevendo crônicas sobre eventos ocorridos em nosso Mundim. Tais textos nos diferenciam dos demais blogs. Fiquei tão empolgada com a ideia que acabei criando meu próprio blog e se tiver um concurso deste tipo destinado para professores estarei na disputa e com reais chances de conquistar o topo da classificação. Sou mesmo muito ... digamos.... otimista

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Ciência Experimental, que legal!

Sabem aqueles filmes, nos quais temos aquelas escolas e/ou mesmo universidades? Acredito que sabem do que eu estou falando, pois bem, em tais centros de ensino temos aqueles alunos peraltas, mas não é a peraltice que quero ressaltar, pois aqui no nosso Mundim nossos alunos são muito “comportados”. Bem, em tais filmes sempre vemos laboratórios de experimentos científicos, eu que sempre estudei em escola pública imaginava que isso só existia na ficção, ou em escolas privadas, entretanto, ontem participei de uma aula assim aqui no meu Mundim. Acompanhei a aula optativa de Ciência Experimental, ministrada pela professora Elgia. Ciência Experimental, que legal!
Primeiro presenciei a fabricação de cola de caseína. A Ana Clara e a Áquila(este nome me fez lembrar de um filme, penso que vocês sabem qual é) nos mostraram como se confecciona tal cola. E não é que a cola cola, colou até sacola. Depois o Robson, o Danilo e o José Bernardo fabricaram espuma.
Tudo estava correndo tranquilo na aula de experimentos, mas logo a Gabriela e a Anayle produziram na nossa frente o Sangue do diabo. Ufa, que coisa estranha! Com um monte de substâncias, todas muito bem separadinhas, presenciei a produção do temido sangue. Após o sangue ter ficado pronto, elas colocaram num pano branco, inicialmente ficou manchado, mas depois como num passe de mágica, eis que o sangue desapareceu do pano branco, nem mancha deixou. Que assustador! Após tal experimento fiquei meio agitada e não contive um grito, ao ver o Henrique e o Gabriel tentar colocar um ovo dentro de uma garrafa. Houve uma pequena explosão, fazia parte da atividade, mas assustei e gritei, foi meio baixo; confesso que fiquei sem graça.
Descobri que não precisamos mais preocupar com racionamento de energia, pois se as águas secarem temos outro condutor/produtor de energia, o limão. João Pedro e Walisson, nos mostraram isso. Haja plantação de limoeiros!
Impressionada, meio que assustada com tanto experimento, eis que chega o Pablo com uma vela na mão, isso acalmou meu coração, me fez lembrar até de um poema que o nosso menino poeta dedicou a mim, no qual tinha o seguinte verso: De pé com a vela na mão. Entretanto, não gostei muito deste verso, pois vela, não sei o motivo, me lembra de velório, cemitério, eu até comentei com o professor Gismair e ele me consolou disse que seria pior se fosse deitada com uma vela na mão. Acho que o professor Gismair tem razão. O fato é que o Pablo e o Leonardo apresentaram o experimento da vela que suga água por baixo de um recipiente. A calmaria da vela dos meninos deu lugar à agitação do foguete de balão apresentado pela Leonara e Kátia.
Por último foi a vez da Ana Carla e Larisse elas nos mostraram as cores que se movem, foi um mimo tal apresentação. As meninas com toques de delicadeza e ciência encerraram a manhã de experimentos.
Nós ainda não contamos com um laboratório de ciências como os dos filmes, assim como não temos piscinas e jumps na escola, entretanto, graças ao empenho dos professores isso não é motivo para privar os alunos de tais atividades práticas. Na aula de experimentos científicos percebi o empenho e empolgação dos alunos, além de pesquisarem sobre a experiência a ser demonstrada, eles apresentaram passo a passo como se daria o experimento, desenvolvendo assim a oralidade e /ou competência comunicativa. Parabéns professora Elgia pelo trabalho.

Ciência Experimental

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Mundim na Aqualandi

A professora Tânia em parceria com a iniciativa privada levou seus alunos para aulas de Educação Física no Centro de Esportes Aqualandi. O professor de Educação Física, e também proprietário da Aqualandi, Frederico Landi, prontamente atendeu a proposta da professora, cobrando apenas um valor irrisório pela utilização dos jumps e piscina. Além disso, o professor Fred gentilmente ministrava aula de hidroginástica , enquanto a professora Tânia ministrava as de jump. “O intuito de promover essas aulas foi mostrar para os alunos que as atividades físicas não ficam restritas apenas ao ambiente escolar; tentei mostrar para eles o leque de exercícios físicos que os mesmos podem ter acesso para uma melhor qualidade de vida.” Ressaltou a professora Tânia. Os alunos apreciaram bastante as aula na Aqualandi. Parabéns a professora Tânia pelo empenho em organizar aulas diferenciadas e ao Professor Frederico por ter acolhido o nosso Mundim em seu espaço. Amigos, é a Tânia, aquela mesma que eu em outros textos menciono parecer com a Índia do filme "Uma noite no Museu".
Jump e Hidroginástica

Jump e Hidroginástica II

terça-feira, 23 de novembro de 2010


“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”, sempre ouvimos e/ou mesmo repetimos esta representativa frase do poeta português Fernando Pessoa, entretanto, pouco conhecemos o poema que abriga tal frase. Essa frase faz parte de tudo que faço em minha vida, pois quando fazemos as coisas com dedicação e amor, por mais ínfimas que sejam, tais coisas com certeza valerão a pena. Não sei se minha alma é grande, mas penso que tenho uma alma... não sei como qualificar. Aliás como qualificar uma alma? Não sei, penso que nossas almas são como o mar, ora como as ondas tranquilas, ora como as ondas totalmente agitadas. Algumas almas são rasas, sem a mínima expectativa de aprofundarem-se, entretanto, podem ser surpreendidas pelas areias, as quais não oferecem um porto seguro e se veem perdidas nas profundezas sem saberem o que fazer. Outras são profundas, sempre procurando desvendar os mistérios da imensidão submersa do mar. Têm umas almas que só absorvem as águas turvas do mar, passando por uma vida sem ao menos o azul do mar enxergar... Queria continuar falando sobre almas, mas não consigo, então meus amigos e amigas, me ajudem a dar continuidade... Agora compartilho com vocês o poema que incorpora tão brilhante frase:

Mar Português

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mundim em O Popular

O texto a seguir foi escrito pelo professor de nosso Waldemar Mundim, Gismair Teixeira – Mestre em Estudos Literários e doutorando pela UFG. Tal texto/artigo foi publicado em O Popular no dia 17 de novembro de 2010. É o nosso Mundim na mídia joranlística goiana. Parabéns professor Gismair pelo brilhante texto, no qual para abordar um fato atual, é moblilizado vários conhecimentos.

A logística do ENEM

O último Exame Nacional do Ensino Médio deixou evidenciado mais uma vez um problema que os especialistas há muito já apontaram e o senso comum já percebeu pela intuição: a aparentemente insuperável dificuldade do Brasil com a logística. A própria literatura já refletiu este calcanhar de Aquiles tupiniquim em páginas que se tornaram clássicas. Em Os sertões, Euclides da Cunha relata os fracassos em batalhas do exército brasileiro contra o arraial de Canudos ocasionados por uma elementar questão de logística, quando os mantimentos necessários não chegavam às tropas exaustas. Foram necessárias algumas expedições fracassadas até que um dos comandantes percebesse o problema e tomasse as medidas necessárias, culminando na vitória final, mas não sem um número grande de vítimas entre os soldados.
Ao vazamento das provas do Enem do ano passado somam-se agora os percalços da última edição, quando erros de impressão em algumas provas prejudicaram uma certa quantidade de alunos. Como se isto não bastasse, em nossa atividade docente tivemos contato com diversos estudantes que prestaram o exame e grande parte reclamou da organização. De fiscais desatentos ao que se passava nas salas ao uso de celulares houve de tudo um pouco, segundo eles. Questões que vazaram para o twitter, espaço de comunicação da internet, são um indício de que estes alunos não exageraram. Como o ensino médio tem sido um gargalo da educação brasileira, a exigir dos especialistas e das autoridades governamentais ações efetivas para a sua melhoria, todos os dissabores envolvendo o Exame Nacional do Ensino Médio vêm como um reforço à percepção que os próprios alunos têm de abandono a que este período da educação está relegado.
Os estudantes nos questionam, não sem uma ponta de certa angústia, o porquê de os concursos vestibulares serem tão bem organizados, raramente apresentando algum problema mais significativo, enquanto o Enem tem se revelado uma dor de cabeça para muitos deles. Em suas mentes juvenis, influencaidas pelos roteiros hollywoodianos, muitos questionam, com base em teorias da conspiração, se tais erros não seriam propositais, com finalidades escusas desencadeadas por forças ocultas, como diria o ex-presidente Jânio Quadros. Queremos crer que não! Quando se olha para os problemas estruturais da vida nacional, em praticamente todos os seus departamentos há sérios problemas de logística. Os exemplos são quase infindáveis e oscilam ao sabor das estações do ano. O problema do Enem é apenas mais um que se soma aos demais, quando o erro de um reduzido grupo de pessoas prejudica a vida de milhares e milhares de outras.
Frase de efeito

Amigos conheçam a frase, digamos, de efeito criada por mim sobre meu Mundim:

domingo, 14 de novembro de 2010


Ganhar, vencer e derrotar.

Diante dos reservas do Palmeiras o Dragão não poderia fraquejar, só havia três possibilidades admitidas: ganhar, vencer e derrotar. Com qualquer um dos resultados o time poderia um pouco se tranqüilizar para na série A ficar. O empate frustrante diante dos reservas do Inter serviria para o time diante do Porco se resguardar. Num jogo morno, o time da Campininha não teve muito trabalho para os três pontos conquistar.
O Palmeiras, no primeiro tempo, conseguiu o rápido toque de bola atleticano neutralizar. O jeito foi pelo alto tentar e Jesiel numa cabeçada forte obrigou o goleiro palmeirense a bola espalmar. Mas Jesiel se limitou a isso, ele não tem conseguido jogar e muito menos gols marcar. Se os atacantes não conseguiam as redes balançar, Gilson, zagueiro artilheiro, foi para a área e num passe da trave, abriu o placar.
Para o segundo tempo saiu Jesiel camisa 99 e entrou Marcão camisa 19 e nada de um camisa 9. Marcão, o artilheiro desajeitadão, ele não marcou gol não, mas a partir de sua disposição saiu mais dois gols do Dragão. Vale destacar o terceiro, ele deu um belo passe para Robston que deu um chute certeiro. Não tinha para goleiro! Neste jogo, os artilheiros não marcaram, mas o zagueiro Gilson e o meia Robston, os torcedores não decepcionaram.
O Dragão ganhou, venceu e derrotou o Porco, 3x0 foi o placar, o mesmo ocorrido no primeiro turno, só não foram os mesmos artilheiros, vez que em território paulista, Elias foi o único a marcar. Neste rodada o time se manteve fora da zona da degola, na décima terceira posição, entretanto, com apenas três pontos a frente do Avaí, time que abre a temida zona. E o pior, o time de Guga será o próximo adversário do Atlético, será mais um jogo de 6 pontos. Tomara que neste jogo o time goiano se de bem, vez que já cedeu 9 pontos ao Atlético Mineiro.
O velho Porco tem sido uma presa fácil para o Dragão. Neste ano eliminou o Palmeiras da Copa do Brasil e goleou por duas vezes e pelo mesmo placar no Brasileirão. Não é qualquer alimento que agrada o paladar da nossa fera mitológica. Carne de galo foi totalmente rejeitada pelo Dragão; em combate com o rei do terreiro permitiu-se levar bicadas e não devorou o Galo mineiro. Tendo oportunidade de degustar um belo peixe de águas salgadas, se limitou a ficar apenas com as tentativas de fisgadas. Entretanto, quando se trata de carne de porco, a fera se transforma e sem muita dificuldade a prepara e a devora.
Atleticanos, carne de porco será o prato da semana, porco à la carte: torresminho, lombinho assado, costelinha frita...Enfim, como preferirem, mas cuidado com a indigestão.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

China no Mundim

Nosso Mundim recepcionou uma comitiva chinesa composta por autoridades do Departamento de Educação de Hebei. Desde cedo pessoas ligadas a Secretaria Estadual de Educação estavam organizando o espaço onde seria recepcionada a comitiva chinesa. É a China no nosso Mundim. Eu estava numa empolgação só, nunca havia visto um chinês/chinesa nato/nata e de uma vez só veria toda uma comitiva composta por mais ou menos 12 pessoas. Era Chinês para não acabar mais.
Logo chegou nossa Secretária de Educação, Milca Severino, como sempre muito atenciosa com todos que vão falar com ela, concedeu entrevistas e ficou aguardando a comitiva. Segundo a Secretária está acontecendo um namoro com os chineses, o qual garantiu ela, bem próximo de casamento. A nossa Secretária não perde tempo, arrumando casamento com chinês. E olha que eles não eram de se jogar fora. Brincadeira a parte, mas estão tentando firmar acordo para intercâmbio cultural e profissional. Alunos e professores da rede Estadual de Educação poderão futuramente ir para China. Eu para aprender uma frase em Chinês teria que ficar lá por pelo menos um ano. Que língua mais complicada! Estava presente também Edvânia Braz Teixeira presidente da comissão de avaliação da Secretaria Estadual de Educação.
Tinham muitos jornalistas e fotógrafos na escola, todos na expectativa de recepcionar os estrangeiros. Não sei muito sobre a cultura chinesa, sei que a população é grande, possuem uma culinária totalmente exótica(já pensou comem até carne de cachorro), entretanto, descobri três particularidades dos chineses a primeira é que eles não são pontuais e a segunda e a terceira... Bem a segunda e a terceira, conto-lhes depois.
Tudo estava preparado para recepcioná-los, a festa estava pronta, só faltavam os convidados. A ansiedade tomou conta dos jornalistas e das autoridades da Educação. Eu como sou uma pessoa tranqüila nem estava me importando com o evento. Parece que estavam com dificuldade de encontrar o endereço. Será que o motorista era chinês? Depois de muita demora, eis que estaciona o micro-ônibus com a tão esperada comitiva. Choveu de fotógrafos para retratar tão esperado momento, até eu estava lá com minha modesta câmera fotográfica. Assim, os chineses adentraram no nosso Mundim.
Assistiram algumas apresentações culturais, eles parecem que gostaram muito e ao final das apresentações o representante da comitiva deu algumas declarações. Nossa, não entendi uma palavra, ainda bem que tinha um intérprete, eles só falavam o mandarim. Ele disse que adorou as apresentações e que pensava que a partir do Waldemar Mundim, poderia fazer uma boa imagem das escolas estaduais do Estado de Goiás. Entretanto, o nosso Mundim é uma escola privilegiada, diferentemente de muitas escolas precárias de nosso Estado.
Depois saíram para conhecer a estrutura da escola, entraram no meu laboratório de informática, sala de línguas, sala de vídeo, biblioteca, arena e horta. Na biblioteca uma chinesa viu uma revista na qual na capa estava escrita, China e ficou apontando para a revista, depois gesticulando pediu para tirar foto conosco. Esta chinesa era muito sorridente, só ficava rindo, eu sou ela na versão brasileira. Depois outra chinesa pediu para tirar fotos conosco. Agora revelo a segunda particularidade dos chineses: as mulheres são simpáticas e sorridentes e os homens sérios demais.
Antes de partirem num gesto de gentileza presenteou o vice-diretor Edson e o nosso Jovem Embaixador Gabriel Santos. Eu também queria um presente! Gentileza, terceira característica do povo chinês. É claro que não tem como estabelecer o perfil de um povo assim...
Foi um evento grandioso, entretanto, não contou com todos os alunos e professores da escola, fato que nos deixou contrariados, pois queriam prestigiar o evento. Contudo, o objetivo da visita diplomática era conhecer a escola em plena atividade, o que não foi possível devido ao atraso da comitiva.
E esse foi um breve relato da visita dos chineses ao nosso Mundim: um mundim repleto de saber e interatividade.
2010-11-12

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Com o pé direito

Inicio a semana de trabalho com o pé direito ao publicar tão belo poema dedicado a mim...

LÍVIA, à quem tanto devo .....

As estrelas que ouvem meus clamores,
são as pontas de gelo que lhe dedico.
Por estarem todas a nos espiar neste céu
atentas por assistir nossas histórias e escolhas.
Mas o que são elas?
Se não parte do carinho e afeto que lhe tenho!
Peço as pedras iluminadas que lhe acompanhe,
e que o sopro delas seja como as brisas que abraçam as manhãs!
E quando olhar em suas mãos, verá o brilho dos cristais,
os que fugiram dos meus olhos em forma de lágrimas
pela saudade que sufoca e aperta meu coração, saudade tua!
E quando a luz te acalentar a alma, e acalmá-la ,
estarei do seu lado, a sorrir feliz por poder estar junto de ti.
Quando o vento lhe tocar a face e os raios encandecerem as nuvens,
lembre-se que sempre vou estar esperando por você, mesmo que demore.
De nada nos vale a eternidade, quando quem amamos está longe.
Assim, os séculos se tornam efémeros e cinzas, tristes e angustiantes.
Mas não pense que o tempo pode apagar o que lhe sinto, não pode.
E mesmo longínquo as vezes, eu estarei a lembrar de uma pessoa especial e encantadora,
Você! À quem tanto devo por cada dia, olhar e suspiro, palavra e atenção!
Só peço que se lembre de mim, nas flores, no orvalho, nos raios!
Por que você está sempre comigo, onde quer que eu vá!
Marcos Jeferson

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Um novo doutorando no Mundim

Parabéns ao Professor Gismair Teixeira por ser o mais novo doutorando da UFG. Gismair foi aprovado na área de Letras e Linguística nos estudos literários.
Gismair