segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fora de campo/De volta ao campo

Provas para elaborar, diário para organizar, planos de aula, aulas do mestrado, artigos para entregar, congresso em João Pessoa, atualizar o blog da escola... Em síntese ocupar papéis diversificados: mãe,esposa, professora, aluna, dinamizadora... Ufa! Um cotidiano comum, mas tomado de atividades, as quais são desempenhadas com muita dedicação. É, mas por vezes a vida nos surpreende e eu que andava a 1000 com tantas atribuições tive que pausar tudo e tirar meu time de campo. Fiquei atordoada nestes últimos dias, entretanto, minhas atividades não diminuíram e sim foram substituídas por outras não muito agradáveis: a correria entre hospital, sede do IPASGO e minha casa. Que saudade do meu cotidiano comum! Agora, aos poucos as coisas estão normalizando, estou voltando ao campo. E retorno publicando um poema do Professor Luciano Byron:

BRAÇO: DEUS EM SI

O braço...
Alva seta, flecha certa!
Arredondado, mas sem excessos,
Contornado pelos predicativos.

O braço que me envolve
Não é real, é abstrato...
Nas cenas, o braço me abraça,
O sonho parece o viver,
A cena é clara:
O braço acena que há desejo.

O braço...
Entre ele e o recôndito secreto,
Busco pistas de confirmação.

O braço...
Natural, sem artificialidades,
Sem banalidades:
Capaz de enlouquecer o poeta.

Prof. Luciano Byron

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Fora de campo/De volta ao campo

Provas para elaborar, diário para organizar, planos de aula, aulas do mestrado, artigos para entregar, congresso em João Pessoa, atualizar o blog da escola... Em síntese ocupar papéis diversificados: mãe,esposa, professora, aluna, dinamizadora... Ufa! Um cotidiano comum, mas tomado de atividades, as quais são desempenhadas com muita dedicação. É, mas por vezes a vida nos surpreende e eu que andava a 1000 com tantas atribuições tive que pausar tudo e tirar meu time de campo. Fiquei atordoada nestes últimos dias, entretanto, minhas atividades não diminuíram e sim foram substituídas por outras não muito agradáveis: a correria entre hospital, sede do IPASGO e minha casa. Que saudade do meu cotidiano comum! Agora, aos poucos as coisas estão normalizando, estou voltando ao campo. E retorno publicando um poema do Professor Luciano Byron:

BRAÇO: DEUS EM SI

O braço...
Alva seta, flecha certa!
Arredondado, mas sem excessos,
Contornado pelos predicativos.

O braço que me envolve
Não é real, é abstrato...
Nas cenas, o braço me abraça,
O sonho parece o viver,
A cena é clara:
O braço acena que há desejo.

O braço...
Entre ele e o recôndito secreto,
Busco pistas de confirmação.

O braço...
Natural, sem artificialidades,
Sem banalidades:
Capaz de enlouquecer o poeta.

Prof. Luciano Byron

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