quinta-feira, 24 de junho de 2010

Poetas e atores na escola

No nosso Waldemar Mundim, o qual na realidade é um mundão de saber e interatividade, temos dois grandes poetas e atores: Patrícia e o Marcos Jefferson. Eu e a professora Cyntia incentivamos muito estes meninos. Recentemente, ambos participaram da disputa estadual do 2º Prêmio Nacional Literário/Poesia em Super Dotação. O Marcos Jefferson, aluno do 1º ano, ficou em primeiro lugar, o seu estilo lembra muito o de Augusto dos Anjos, Baudelaire e Edgar Alan Poe. Marcos Jefferson e a Patrícia também têm tudo para serem exímios ator e atriz, vocês precisam ver os meninos interpretando e contando histórias. Posso dizer que os nossos artistas têm um talento nato, mas de nada adiantaria se a escola e suas famílias não os apoiassem. Agora, ele disputará o prêmio em nível nacional. Ainda não foi desta vez que a Patrícia foi classificada, mas com certeza não faltará oprotunidades.
Parabéns, Marcos Jefferson por esta conquista e parabéns para todos nós trabalhadores em educação do Waldemar Mundim por acreditarmos e incentivarmos nossos alunos. Parabéns, para você também Patrícia, pois é uma grande poeta e atriz.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Um convite muito especial

Arraiá do Waldemá, nesta festança, ocê num pode fartá. Vai tê muita coisa boa:comidas típicas, quadrilha e muita animação. Além de nóis comemorá juntos mais uma vitória da nossa Seleção.
É dia 25/06/2010, às 19:00hs.
Pra garanti sua presença compre um biete antecipado, por $1,00 e se ocê esquecê e num comprá; ocê num vai ficá sem entrá,mas um um dinheirim a mais ocê vai pagá. Ah,mas é só $2,00.
Prometo meus amigo e minhas amiga que vô contá proceis cumê que foi a festança...

domingo, 20 de junho de 2010



Meus amigos e minhas amigas tenho o prazer de apresentar-lhes um pouquinho da maior e melhor cronista do Estado de Goiás, ou melhor, do Brasil. Ela é nossa gente, é a baiana mais goiana que existe. Além de cronista é poeta também,ah, mas eu nem precisaria mencionar isso, vez que na leitura de suas crônicas vocês percebem a poeticidade transbordante nas linhas escritas. Eu, uma iniciante na arte de escrever, me aventuro dizer que sou cronista, tenho Lêda como inspiração, não precisei buscar em outros países, ou mesmo em outros Estados autores para tal. Lêda Selma é membro da AGL(Academia Goiana de Letras), minha grande amiga, além de todas características mencionadas acima, ela dispõe de uma um tanto quanto especial: ela é ESMERALDINA. Apreciem esta crônica poética, vocês irão se apaixonar pela escrita de Lêda:

A COPA DO SONHO, ISTO É, DO SOM
Lêda Selma


Não fui convocada, desta vez, para fazer a “cobertura” dos jogos do Brasil. Após três copas (a última, aquela do vexame não só ronaldiano), minha carreira de “cronista esportiva” não deslanchou. Foi tão próspera como a Seleção Brasileira de 2006. “Poeta da crônica esportiva”, então, só em minha fantasia. Mesmo assim, resolvi abordar o assunto. E por que não?! Sou amante do futebol, torcedora passional, portanto... Tudo bem, só entendo, cá pra nós, a parte poética que envolve o apaixonante esporte. Não é o bastante?
A Copa do mundo é a África do Sul, também, a capital do mundo, pelo menos, até 11 de julho. Todos os olhares e falares direcionam-se para lá, o país da jabulani e da vuvuzela. Deus me livre!, que coisa mais estridente e enfadonha, nenhum ouvido merece! Realmente, um acinte auditivo! Cultura africana...?! Tudo bem, desde que não fira certos princípios de urbanidade. Não é básico que os donos da casa devem, sempre, pensar no bem-estar de seus hóspedes? E as outras expressões culturais representativas, por certo, mais agradáveis e apreciáveis? Como alguém pode sentir-se bem-vindo a um lugar onde o desconforto e a irritabilidade estão à flor do estresse? Perde-se até o prazer de assistir aos jogos nos belos e modernos estádios sul-africanos. E fica a pergunta: tapar os ouvidos para que o som não lhes agrida os tímpanos é uma manifestação de agrado?
E a tal jabulani? Parece, ganhou mais asas que suas antecessoras. Asas turbinadas que lhe dão a velocidade de um falcão-peregrino. Ah! também ganhou patas! Feito um guepardo, a gordota, em trajes estampados, corre desembestada, deixando atônitos seus súditos. E eles, para domá-la, fazem de tudo: beijam a amada, acarinham-lhe o corpo, aconchegam-na em seus braços até que, impacientes, chutam a pobre como se quisessem se livrar dela. Então, seus olhos e mãos estendem-se aos céus, em súplicas. E, como a vuvuzela já deve também ter atazanado os ouvidos divinos, coitado do Pai, com tanto incômodo!
O menor número de gols da história das copas está na de 2010, pelo menos, na primeira rodada, apontam as estatísticas. Que ridiqueza de gols, credo! Uma Copa desalmada, afinal, o gol é a alma do futebol! Será por causa da vuvuzela e da jabulani? Alguns culpam também a baixa grama dos bonitos estádios, e desconfiam que ela se mancomunou com a bola, tornando-a mais veloz a qualquer contato com seu verdume. É, mas Alemanha, Argentina e Uruguai não lhes deram trela.
Com tantos “vilões” em ação, o Brasil estreou. No primeiro tempo, desentendida e confusa, perguntei: os jogadores estão brincando de estátua?! E meu grito não se fez de rogado: ei, Kaká, o passe é para seu companheiro, acorda, bonitinho! Bonitinho... Hum, heurequei: no futebol, beleza não é fundamental, então, cadê o Grafite, ó Zangado, isto é, Dunga?!
O segundo tempo, um pouco melhor, e, apesar dos muitos erros de passe, de lançamento, de chutes, goooooool! Só dois?! Santo Deus, é pouco! Não me importa se de trivela, de canela, de bico, de letra, de placa, quero gols! Antes que meu pedido chegasse a seu destino, a Coreia corou a desatenta defesa brasileira: gol! Socorro! Espere aí: estou reclamando de quê?! O Brasil não ganhou os três pontos, não é líder do seu grupo? Que venha a Costa do Marfim, de preferência, sem costas largas!
Uma Copa de futebol insosso, esta. Acho que faltou o Leão do Goiás para dar jeito na rapaziada. Uma Copa de surpresas, sem dúvida. A começar pela ausência da Zebra, reparei, em alto som. Ih! o anjinho caduco, aquele que só diz amém, amém, amém... ouviu-me (juro, foi sem querer!). E a fulana apareceu. Azar da Espanha, que recebeu a maldita visita listrada. Mais uma vez, com panca de favorita, a seleção espanhola não deu o seu “olé!”. Ao contrário, tomou uma limonada suíça daquelas!
Já que estava na área, a Zebra soltou-se de vez, já na segunda rodada. Deu à França dose cavalar de tequila. Quem mandou a espertinha arrombar a porta dos fundos e assaltar a Irlanda?! Alemanha, serva da Sérvia?! Quem diria?! Mas, vaiada mesmo, só a Inglaterra, que saiu no lombo preto-e-branco da tal desmancha-prazeres.
Até agora, não vi poesia nos pés ou na cabeça dos jogadores. Ou melhor, Robinho fez uns versos. Maicon e Elano, os gols. E eu, esta crônica que, prevejo, incitará os entendidos a resmungarem: ela não entende nada de futebol! E eu, ó, nem tchum pra eles!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Este texto é magnífico e posso dizer que tenho vários amantes. E vocês meus amigos e minhas amigas também tem vários amantes?

Quem é o seu amante? (Jorge Bucay - Psicólogo)
" Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente, são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia,apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:'Depressão', além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.Há as que pensam: 'Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!' Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.Aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: AMANTE é 'aquilo que nos apaixona', é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e amotivação da vida.Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto....Enfim, é 'alguém' ou 'algo' que nos faz 'namorar' a vida e nos afasta do triste destino de 'ir levando'.E o que é 'ir levando'? Ir levando é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.Por favor, não se contente com 'ir levando'; procure um amante, seja também um amante e um protagonista... DA SUA VIDA!Acredite: O trágico não é morrer, afinal, a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver.. Por isso, e sem mais delongas, procure um amante ...A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo Transcendental: 'PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA.'

terça-feira, 15 de junho de 2010

XVI Mostra pedagógica do Waldemar Mundim : um mundim repleto de saber e interatividade



XVI Mostra pedagógica do Waldemar Mundim, o que dizer deste evento? Bem, inicio do início, ou melhor, antes da abertura do evento em si.
Os alunos começaram chegar antes mesmo das 7h:00 da manhã, afinal todos queriam garantir suas salas preferidas para organizarem seus trabalhos. Teve turma que se mostrou muito egoísta, não quis dividir a sala com ninguém; de nada adiantou eu ou a professora Janete insistir. Mas depois entendi os meninos, eles ocuparam todo o espaço da sala; estavam abordando a cultura americana – o Halloween - , tinha cada coisa nessa sala, que medo! Por falar em medo e susto, tinha uma sala de cinema 3D, quase fui atingida por uma espada e uma bomba. Ufa! Saí de lá rapidamente.
Arruma uma sala aqui, arruma uma sala ali; as moças do 3º trataram de ficar num cantinho muito especial da escola, uma arena recém construída. Elas estavam apresentando a festança de junho, homenageando os três santos e aproveitaram para arrecadar um dinheirinho com a venda de comidas típicas da época. As garotas não perdem tempo, além de enriquecerem culturalmente, ganhar pontos na média, elas faturaram um dinheirinho para a festa de formatura. Eu vi a Grazielle uma das mais sapecas da turma colocar Santo Antônio de cabeça para baixo; deixa disso menina se dedique aos estudos.
Depois da agitação para organizar bem o espaço para mostrar seus trabalhos, os alunos, comunidade escolar e demais participantes se concentraram no pátio da escola para acompanhar a abertura do evento. O diretor Aires Francisco foi quem deu por iniciada a Mostra. Com um discurso bem humorado ressaltou a importância deste tipo de evento, o qual se tem um envolvimento dos alunos, pais e comunidade escolar, todos unidos em prol do conhecimento e da ética. Aires disse que 16 é a idade dele, alguns alunos acrescentaram que só se fosse em cada perna. Como eles são bonzinhos, vez que além das duas pernas, acrescento os dois braços também. Que o diretor não leia este texto. As bonequinhas das professoras Degmar e Thaís iriam dar início às apresentações; como elas são lindas. Mas para o nosso azar, o som não funcionou, entretanto, o Jéferson e a Patrícia de som não precisaram e as poesias criadas por eles de forma brilhante apresentaram.
Após a abertura, fomos visitar os trabalhos expostos pelos meninos. Quanto trabalho bom! Conheci mais de perto a cultura africana; religião, música, culinária; bolo de pimenta; hum, o paladar não agüenta! Tinha até a cultura japonesa representada naqueles desenhos dos meninos e meninas dos olhos grandes; nunca entendi aqueles desenhos, mas também pudera sou da época da Caverna do Dragão. Contudo, entendo o motivo dos olhos dos personagens animados serem tão grandes; pelo menos nos desenhos os japoneses tem olhos bem abertos. Ao passar pela cultura gaúcha, não tive como escapar de experimentar pinhão; que indigestão! Tinha até chimarrão, mas nem cheguei perto não.
Depois fiz uma verdadeira viagem ao tempo, ao deparar com João Mineiro e Marciano, Luiz Gonzaga com Milionário e José Rico, - cansada de tanto esperar a felicidade, sai a sua procura num mundo sem fim... - desculpem-me, divaguei, sou grande fã deles, embora eu não seja da época deles, aprendi apreciá-los com meu velho/novo pai. Nossa, toda essa rapaziada, fiquei até emocionada. Exagero de minha parte a palavra emocionada foi só para rimar. Por falar em música, alguns alunos estavam cantando ao vivo; música é arte.
Saindo da cultura visitei uma sala que me deixou literalmente com o coração na mão e olha que não foi só eu não. Todos que passaram por lá tiveram a oportunidade de ter um contato, com nosso órgão maior, conhecer bem sobre seu funcionamento, aspecto bem explicado pelos alunos e alunas. Além de poder ter a pressão arterial, medida, não deixa eu falar, digo, escrever mais tecnicamente, aferida. Nesta mesma sala, me deparei com artistas, os meninos engajados com a reciclagem, confeccionaram obras de artes, com materiais recicláveis. Química e arte caminham juntas, tinha uns quadros artísticos confeccionados de acordo com determinadas reações químicas. Fiquei impressionada. Tinha o sabão ecológico, minha Vó e minha mãe só utilizam deste. Doença sexualmente transmissível(DST) também teve seu lugar na Mostra. Os alunos trataram do bulling, melhor dizendo, todo tipo de preconceito, agressão física e psicológica , muito mais prático a tradução do que tal nome em inglês, mas todos citam ele, deve ser mais chique.
O Júlio César e seus colegas resolveram realizar o sonho de muita gente, ficar à moda Gisele Bundchen ou Reynaldo Gianecchine era só uma questão de tempo, digo, de tecnologia photoshop. Eu não me aventurei, vez que ao me deparar com a realidade talvez não me conformaria...
A Mostra se estendeu nos três turnos, alguns alunos expuseram seus trabalhos em todos os turnos. Outros apenas no turno que estudam. No turno vespertino, não tive oportunidade de acompanhar mais de perto o evento, entretanto, tudo correu normalmente, o sucesso foi evidente, todos tiveram a oportunidade de apreciar as bonequinhas, desta vez o som funcionou e as bonequinhas a muitos emocionaram.
No noturno teve cada apresentação, mas já era reta final da exposição para nossa desilusão. Grupo de danças, roda de capoeira, desfile de moda com roupas recicláveis. Que moças bonitas! O professor Kleber foi o organizador do desfile, ele não desfilou, mas deveria, pois tem estilo.
Na sala da turma da Vera tinha fila de espera, pois abordava a Culinária Brasileira, todas as regiões estavam representadas por pratos típicos. E degustar todos queriam. O professor Gismair de perto de tal sala não queria mais sair.
E assim meus amigos vou finalizando este texto, sei que não falei de tudo, mas é assim mesmo. Nossa escola se chama Waldemar Mundim, posso dizer que nosso mundim não é fechado, é aberto à interação e conhecimento e é isto que vivemos a todo momento.

sábado, 12 de junho de 2010

E começa a Copa

Meus amigos e minhas amigas, começou o maior evento de futebol do mundo – A Copa do Mundo – Nossa, confesso a vocês que não estou conseguindo desgrudar os olhos da televisão no momento dos jogos(que a professora Kátia ou a professora Lurdinha não leiam isso), é um evento evolvente, empolgante e que mexe muito com o coração da gente. Antes do início da competição, eu não estava muito animada e muito menos empolgada, mas bastou à bola rolar para o meu coração despertar.
No jogo de abertura, quando vi o Parreira, fiquei me questionando: “ué, cadê o Zagallo? E o Robinho, o Kaká....?" Foi pura falta de atenção, eu que estava acompanhando o Goianão e o começo do Brasileirão esqueci de privilegiar a nossa Seleção. Que falta de informação, é o Dunga que está a frente da nossa Seleção, me perdoem meus amigos e minhas amigas, isso tudo foi por causa da grande decepção que sofri quando o Brasil perdeu para a França por causa de um meião. A Seleção do Parreira, que para nossa sorte não é mais a Brasileira, foi a primeira a estrear para ao delírio os donos da casa levar. Entretanto, a vitória não veio, além dos mexicanos, tinha um juiz no meio. O Parreira tem grande responsabilidade, pois comanda o time da CIDADE.
Mais tarde foi a vez dos franceses, dos quais ultimamente nos tornamos grandes fregueses. Inicialmente gritos de Allez les Bleus eram ouvidos, mas quando os torcedores perceberam que o adversário, Uruguai, estava de azul e a França estava de branco, logo se cessou o canto. Tinha um torcedor com um galo, se bem que aquilo não era um galo se parecia mais com uma galinha. Não, não devia ser o frango que apareceu no sábado em campo. O placar desta partida não foi alterado, e o técnico francês ficou desconsolado. Que cara mais antipático.
No sábado tivemos três grandes confrontos. O time dos grandes heróis e deuses mitológicos, não fizeram a vez de Hércules, Tseu, dentre outros e não apelaram a Zeus rei de todos os Deuses, vez que permitiram sem muita resistência a vitória dos coreanos. Ah, eles fizeram a vez de Afrodite a deusa do amor por ocasião do dia dedicado aos apaixonados, eles não quiseram magoar seus adversários. Que ato de heroísmo, digo, romantismo. E os Argentinos? Com uma elegância admirável, Maradona estava mesmo incontestável. As câmaras focalizavam mais ele do que o jogo em si, o gol da Argentina praticamente não vi; só ouvi, ou melhor, li dos lábios de Maradona, algo como: “ei, ei,” contestando a arbitragem. Os argentinos ganharam, se abraçaram e muito comemoraram. Maradona se mostrou muito carinhoso e em cada um de seus atletas deu um beijo gostoso. Mesmo não querendo admitir, para vocês eu não vou mentir, achei muito bonita demonstração de união de Los Hermanos.
A seleção da Rainha Elizabeth e do Príncipe Charles enfrentou a do Obama. A seleção dos monarcas saiu na frente, mas o time de Obama é muito persistente e contou com uma ajuda um tanto quanto diferente. Vocês se lembram da galinha, digo, frango, dos franceses? Pois bem, o francês dele esqueceu e em campo durante este jogo ele apareceu. Assim, no momento que o atleta americano chutou a bola sem muita pretensão, o frango francês entrou em ação. O goleiro inglês querendo garantir o jantar, vendo o frango e a bola, quis os dois pegar, ficou sem nenhum e permitiu a igualdade no placar. Sem algumas penas com certeza o frango francês ficou, entretanto, ele deve ficar passeando pelos gramados africanos; os goleiros que fiquem espertos com ele!
E a nossa Seleção? Terça-feira nos aguarda para sairmos da retaguarda e entrarmos em campo de vez. Teremos uma semana repleta de futebol, mas infelizmente vou ter que tirar um pouco meus olhos da televisão, pois tenho que garantir meu pão; isso sem falar que o Alcides Rodrigues é o meu patrão. Mas eu confesso que nesses dias de Copa eu não queria trabalhar não.
É uma das minhas músicas preferidas. Apreciem-na:

video
Meus amigos e minhas amigas, um poema bem propício, não só para o dia de hoje, mas como para todos os dias de nossa vida. Amo este poema:

Não deixe o amor passar - Carlos Drummond de Andrade Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundos,
preste atenção: pode ser a pessoa
mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e neste momento,
houver o mesmo brilho intenso entre eles,
fique alerta: pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonante,e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba
existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino: o Amor

Se um dia tiverem que pedir perdão um
ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos
e os gestos valerem mais que mil palavras,
entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.

Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento, chorar as suas
lágrimas e enxugá-las com ternura, que
coisa maravilhosa: você poderá contar
com ela em qualquer momento de sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir
o cheiro da pessoa como
se ela estivesse ali do seu lado...

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de dedo e cabelos emaranhados...

Se você não consegue trabalhar o dia todo,
ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...

Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver a outra
envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção
que vai continuar sendo louco por ela...

Se você preferir fechar os olhos, antes de ver
a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes
na vida poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.

Às vezes encontram e, por não prestarem atenção
nesses sinais, deixam o amor passar,
sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.

É o livre arbítrio.Por isso, preste atenção nos sinais.
Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem
cego para a melhor coisa da vida: o Amor!!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Universidade Federal de Goiás
Ciências Biológicas – Licenciatura

Projeto de intervenção no CEWM:

Valores e Comportamento Social na Realidade Escolar

Dentro da sociedade moderna, somos guiados por um processo de constante transformação, no que diz respeito às inúmeras relações sociais. E são essas relações que tangem o significado, relativamente novo, de socialização, processo no qual há interações sociais de valor formativo ou não. O comportamento social, nada mais é do que um conjunto de atitudes individuais de cada cidadão. Esse agrupamento identifica uma sociedade, mas não define a socialização. Isso porque esta depende de uma série de fatores, como a ruptura de preconceitos, a sensibilização, a coletividade, a interdependência, os valores morais e éticos, os direitos e deveres e principalmente os resultados das ações sociais. Nesse sentido, transmitir essa ideia para um contexto escolar é sem dúvida um grande desafio. No entanto, não deveria ser assim tão difícil vislumbrar essa socialização dentro de uma instituição de ensino, uma vez que esta promove a aprendizagem e consolidação de parte da formação do homem como cidadão.
Nesse sentido esse projeto vem contemplar questões que muitas vezes geram conflitos, incômodo e acabam silenciadas dentro do ambiente escolar. Questões essas que vão desde a lida com as diversidades culturais, com o preconceito, com a inclusão e com a preservação do patrimônio público escolar. O trabalho priorizou a amplitude desses temas, indo além da formalização teórica e passando então para uma prática mais próxima da realidade escolar. A proximidade com os alunos, professores, coordenadores, funcionários e o grupo gestor da escola campo nos trouxe uma experimentação inovadora e acolhedora, o que de fato potencializou a elaboração e desenvolvimento deste projeto. A escola é sem dúvida um modelo no que se refere a sua estrutura física e organizacional, além de contar com uma comunidade escolar participativa. Ao fim deste projeto percebemos que foi possível cumprir nossos objetivos, não em sua integra, mas em uma proporção efetivamente considerável o que nos remete a pensar que vale a pena lutar por uma educação de qualidade, acreditando no potencial de cada aluno, professor, gestor, funcionário e de toda uma comunidade escolar.


Acadêmicos:
Ana Carolina da Rocha Cardoso; Byancarine Antunes Oliveira; Clara Karoline Gomes Moraes; Fernanda Gratão; Ilítia Ganaê de Oliveira Costa; Jorge Freitas Cieslak; Michelly Cristiny Alves Peixoto Pedrosa; Paula de Godoy; Simone Gomes Firmino;
Taiza Moura Silva; Thalita Marra Rosa; Vanessa Rafaela Milhomem Cruz;
Wanessa Eva Maciel.
Docentes:
Fernando Aparecido de Moraes e Rones de Deus Paranhos

fotos Estágio

sábado, 5 de junho de 2010

Plumagens renovadas

O Periquito, após ter sofrido muito no campeonato goiano, tendo suas peninhas queimadas pelas chamas do Dragão, iniciou o Brasileirão enfraquecido, não oferecendo muita resistência nos três primeiros confrontos. No quarto, ele começou dar indícios de reação. O novo treinador estava cuidando da avezinha para que ela pudesse recuperar suas penas e a sua confiança/força. Leão, homem inteligente, sutil e de certa forma arrogante deu suporte para o fortalecimento do Periquito para continuar firme na disputa dos futuros confrontos da competição.
No confronto com o Dragão, o Periquito apareceu em campo com plumagens renovadas, as penas brancas se sobressaiam sobre as verdes; não era mais um daqueles Periquitos tradicionais e sim um do reino. Se bem que é canarinho que tem esta designação, mas adotemos tal caracterização para o nosso Periquito especial. Ao ver o monstro das chamas, a avezinha tremeu e logo foi atingida com uma chama certeira da terrível criatura. Contudo, tal chama não foi suficiente para queimar a nova plumagem especial da nossa ilustre ave. Com isso, o Periquito partiu para cima da fera mitológica e aplicou-lhe três fortes bicadas, deixando-a sem reação no gramado do Serra; como se fosse uma simples lagartixa acuada.
Mais confiante, o Periquito com suas penas especiais recebeu São Paulo de Tarso. O Santo muito encantado com a ave diferente quis capturá-la, mas ela se mostrou muito arisca. Com isso, o Santo paulista tratou de acertar um golpe na pobrezinha na esperança de arrebatá-la, entretanto, ela ficou só um pouco tonta, logo se recompôs e contrariada com o Santo deu-lhe duas fortes bicadas, fazendo com que a divindade fosse embora desolada com tamanho insucesso. Que avezinha mais atrevida!
Por duas vezes o Periquito foi surpreendido pelos seus adversários e demonstrou poder de reação. Sendo assim, ele alçou voos maiores e foi visitar um parente distante, o Urubu, num lugar também distante, lá pelas bandas do Rio de Janeiro. Nossa como é bonita a casa do aparentado do Periquito, pena, que o anfitrião, não recebeu bem a nossa ave, aliás, ele se acha o rei do pedaço, ou melhor, é todo cheio de si. O Urubu queria porque queria bicar o parente visitante, entretanto, desta vez, num primeiro momento, o Periquito, respeitou o dono da casa ficando apenas na defensiva. Contudo, quando seu orgulhoso parente aplicou-lhe uma bicada, a avezinha ficou inflamada e partiu para cima do abutre. E não demorou muito para dar duas bicadas devastadoras na ave carniceira, a qual ficou desfalecida no chão.
Agora, ocupando uma posição mais cômoda na tabela, o Periquito terá uns dias de folga para apreciar a Copa do Mundo. É claro que ficará de olho e torcerá muito pelo seu parente mais próximo o Canarinho. Assim, com tal apreciação a sua qualidade técnica poderá melhorar ainda mais, como bem observou o inteligente, sutil e de certa forma arrogante Leão.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O que está faltando ao nosso Atlético?

É decepcionante ver o nosso Atlético na última colocação do Brasileirão. O time não é dos piores, conta com bons valores, a começar com um técnico de peso, aliás, literalmente bem pesado(como está pançudo o Geninho). Entretanto, o time não conseguiu uma simples vitória se quer, apenas um frustrante empate com o Grêmio em casa.
No clássico contra o Goiás, na minha concepção foi a pior partida realizada pelo Dragão. Esperava-se um jogo equilibrado, mas não foi. O time da Campininha começou ganhando, mas permitiu a virada esmeraldina. E uma virada com muito merecimento, diga-se de passagem. Entretanto, os outros cinco jogos realizados pelo Atlético, o time desempenhou um bom futebol, mas não conseguiu vencer. Com isso, fico me perguntando: O que está faltando ao nosso Atlético para desencantar no Brasileirão?
Quando o Atlético conseguiu o acesso, muito se dizia que o time não conseguiria se manter na elite, seria uma espécie de bate-volta, ou melhor, sobe-desce. Contudo, tendo em vista, o amplo crescimento da equipe nos últimos cinco anos, tinha e ainda tenho uma opinião mais otimista com relação ao Rubro-Negro goiano. Penso que o Dragão está intimidado, com a série de prestígio do Nacional por isso de certa forma desempenha bons jogos, mas não consegue vencer. Entretanto, se as vitórias não começarem a acontecer... É uma possibilidade da resposta do questionamento proposto por mim, entretanto, acredito ser uma resposta meio vaga, creio que não vou conseguir responder a questão adequadamente, por isso, meus amigos, peço a ajuda de vocês para juntos descobrirmos o que está acontecendo com o Atlético. Enquanto isso me arrisco em outra possibilidade.
Será que Juninho, Robston, Marcão, dentre outros, são jogadores que jogam apenas na série B? Momentaneamente tais atletas não tiveram boas atuações, assim esse tipo de questionamento se torna inevitável e nos parece que não é apenas mistificação o fato de determinados jogadores só jogarem em determinadas equipes ou séries do Nacional. O franzininho Juninho tirava o sono dos zagueiros adversários na série B; era cada jogada, era cada gol. Agora, o mínimo que ele tem feito é tirar o sono dos torcedores atleticanos de tão enervados que eles devem ficar ao ver as atuações medíocres do atacante. E para quem pensava que o Marcão seria a solução, só está sendo mais uma desilusão. Que insatisfação! O Robston é um dos principais atletas do Atlético, entretanto, ele está inibido/escondido em campo e isso tem prejudicado e muito a equipe. Robston teve fundamental importância no acesso do Dragão; foi o craque do Goianão, mas no Brasileirão, até então é só decepção. Ele, como já escrevi em outro texto tem sido o coração do Dragão e se o coração não vai bem... Hum..., amigos, o mau funcionamento do coração do Dragão, parece ser uma boa possibilidade de resposta para o questionamento em questão. Vocês concordam comigo?
Para finalizar, clamo aos torcedores atleticanos, assim como clamei outrora os torcedores colorados a carregarem a bandeira do otimismo, vez que a situação do Dragão poderia ser pior, estar segurando a lanterna sem ter nenhum ponto. Otimismo sempre e sempre.

P.s.: ao assistir o jogo entre Grêmio Prudente e Atlético fiquei meio que desconsolada, ao ouvir a colocação do locutor esportivo(creio que faz parte da imprensa paulista) com relação aos nossos times goianos. Ele ressaltou a péssima campanha das equipes goianas em suas respectivas séries. Que vergonha! Entretanto, o Goiás fez bonito ao desbancar o poderoso São Paulo e sair da temida e humilhante zona de rebaixamento.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Poderia ser Pior

Após sofrer mais uma goleada em casa, o Vila assume a vice-lanterna do Brasileirão série B, uma posição “excelente” para seguir com passos firmes rumos ao Paraíso. Se o time tivesse feito o dever de casa poderia estar numa situação mais cômoda na tabela, entretanto, nas três partidas realizadas em seus domínios, venceu uma pelo placar mínimo, e perdeu duas por placares bem elástico: sete gols em dois jogos. Contudo, sejamos otimistas, poderia ter sido pior, levar oito gols em casa e figurar na lanterna da competição. Realidades bem distantes de nosso Vila.
Nós torcedores do futebol goiano e principalmente os apaixonados torcedores Colorados temos que carregar a bandeira do otimismo. E o que tem acontecido frente ao comando técnico do Tigre, faz com que a empolgação tome conta do nosso cotidiano. Depois da demissão de Edson Gaúcho, os dirigentes vilanovenses agiram rápido, logo, promoveram novamente Zé Roberto como interino. Embora, o time sob seu comando tenha perdido as duas partidas, percebemos certo progresso, vez que diminuiu o número de gols sofridos fora e dentro de casa. E isso é muito animador. Mais animador ainda, amigos Colorados, é ouvir especulações sobre a contratação de Eriberto Cunha. O que dizer destas especulações? Posso dizer o seguinte, ele simplesmente não conseguiu manter o Itumbiara na primeira divisão do Goianão. Acredito que não preciso mencionar mais nada. Ah, me desculpem amigos, por ter deixado o otimismo de lado. O campeonato goiano é bem mais disputado do que o Nacional da série B, então podemos ter boas expectativas com Eriberto no comando do Vila rumo ao ... Paraíso; otimismo sempre!
Então, amigos Colorados, vamos confiar no possível futuro técnico do Vila, vez que já vieram figuras famosas por levarem times para o Paraíso, veio até o rei do acesso Givanildo, entretanto, não obtiveram sucesso frente ao Tigre. Sendo assim, quem sabe Eriberto Cunha, o qual não conseguiu manter a equipe do Itumbiara na elite do futebol goiano, possa conseguir o impossível, digo, possível, feito de levar o Colorado a série A. E lembrem-se, meus amigos, otimismo sempre e sempre, pois poderia ser pior.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Poetas e atores na escola

No nosso Waldemar Mundim, o qual na realidade é um mundão de saber e interatividade, temos dois grandes poetas e atores: Patrícia e o Marcos Jefferson. Eu e a professora Cyntia incentivamos muito estes meninos. Recentemente, ambos participaram da disputa estadual do 2º Prêmio Nacional Literário/Poesia em Super Dotação. O Marcos Jefferson, aluno do 1º ano, ficou em primeiro lugar, o seu estilo lembra muito o de Augusto dos Anjos, Baudelaire e Edgar Alan Poe. Marcos Jefferson e a Patrícia também têm tudo para serem exímios ator e atriz, vocês precisam ver os meninos interpretando e contando histórias. Posso dizer que os nossos artistas têm um talento nato, mas de nada adiantaria se a escola e suas famílias não os apoiassem. Agora, ele disputará o prêmio em nível nacional. Ainda não foi desta vez que a Patrícia foi classificada, mas com certeza não faltará oprotunidades.
Parabéns, Marcos Jefferson por esta conquista e parabéns para todos nós trabalhadores em educação do Waldemar Mundim por acreditarmos e incentivarmos nossos alunos. Parabéns, para você também Patrícia, pois é uma grande poeta e atriz.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Um convite muito especial

Arraiá do Waldemá, nesta festança, ocê num pode fartá. Vai tê muita coisa boa:comidas típicas, quadrilha e muita animação. Além de nóis comemorá juntos mais uma vitória da nossa Seleção.
É dia 25/06/2010, às 19:00hs.
Pra garanti sua presença compre um biete antecipado, por $1,00 e se ocê esquecê e num comprá; ocê num vai ficá sem entrá,mas um um dinheirim a mais ocê vai pagá. Ah,mas é só $2,00.
Prometo meus amigo e minhas amiga que vô contá proceis cumê que foi a festança...

domingo, 20 de junho de 2010



Meus amigos e minhas amigas tenho o prazer de apresentar-lhes um pouquinho da maior e melhor cronista do Estado de Goiás, ou melhor, do Brasil. Ela é nossa gente, é a baiana mais goiana que existe. Além de cronista é poeta também,ah, mas eu nem precisaria mencionar isso, vez que na leitura de suas crônicas vocês percebem a poeticidade transbordante nas linhas escritas. Eu, uma iniciante na arte de escrever, me aventuro dizer que sou cronista, tenho Lêda como inspiração, não precisei buscar em outros países, ou mesmo em outros Estados autores para tal. Lêda Selma é membro da AGL(Academia Goiana de Letras), minha grande amiga, além de todas características mencionadas acima, ela dispõe de uma um tanto quanto especial: ela é ESMERALDINA. Apreciem esta crônica poética, vocês irão se apaixonar pela escrita de Lêda:

A COPA DO SONHO, ISTO É, DO SOM
Lêda Selma


Não fui convocada, desta vez, para fazer a “cobertura” dos jogos do Brasil. Após três copas (a última, aquela do vexame não só ronaldiano), minha carreira de “cronista esportiva” não deslanchou. Foi tão próspera como a Seleção Brasileira de 2006. “Poeta da crônica esportiva”, então, só em minha fantasia. Mesmo assim, resolvi abordar o assunto. E por que não?! Sou amante do futebol, torcedora passional, portanto... Tudo bem, só entendo, cá pra nós, a parte poética que envolve o apaixonante esporte. Não é o bastante?
A Copa do mundo é a África do Sul, também, a capital do mundo, pelo menos, até 11 de julho. Todos os olhares e falares direcionam-se para lá, o país da jabulani e da vuvuzela. Deus me livre!, que coisa mais estridente e enfadonha, nenhum ouvido merece! Realmente, um acinte auditivo! Cultura africana...?! Tudo bem, desde que não fira certos princípios de urbanidade. Não é básico que os donos da casa devem, sempre, pensar no bem-estar de seus hóspedes? E as outras expressões culturais representativas, por certo, mais agradáveis e apreciáveis? Como alguém pode sentir-se bem-vindo a um lugar onde o desconforto e a irritabilidade estão à flor do estresse? Perde-se até o prazer de assistir aos jogos nos belos e modernos estádios sul-africanos. E fica a pergunta: tapar os ouvidos para que o som não lhes agrida os tímpanos é uma manifestação de agrado?
E a tal jabulani? Parece, ganhou mais asas que suas antecessoras. Asas turbinadas que lhe dão a velocidade de um falcão-peregrino. Ah! também ganhou patas! Feito um guepardo, a gordota, em trajes estampados, corre desembestada, deixando atônitos seus súditos. E eles, para domá-la, fazem de tudo: beijam a amada, acarinham-lhe o corpo, aconchegam-na em seus braços até que, impacientes, chutam a pobre como se quisessem se livrar dela. Então, seus olhos e mãos estendem-se aos céus, em súplicas. E, como a vuvuzela já deve também ter atazanado os ouvidos divinos, coitado do Pai, com tanto incômodo!
O menor número de gols da história das copas está na de 2010, pelo menos, na primeira rodada, apontam as estatísticas. Que ridiqueza de gols, credo! Uma Copa desalmada, afinal, o gol é a alma do futebol! Será por causa da vuvuzela e da jabulani? Alguns culpam também a baixa grama dos bonitos estádios, e desconfiam que ela se mancomunou com a bola, tornando-a mais veloz a qualquer contato com seu verdume. É, mas Alemanha, Argentina e Uruguai não lhes deram trela.
Com tantos “vilões” em ação, o Brasil estreou. No primeiro tempo, desentendida e confusa, perguntei: os jogadores estão brincando de estátua?! E meu grito não se fez de rogado: ei, Kaká, o passe é para seu companheiro, acorda, bonitinho! Bonitinho... Hum, heurequei: no futebol, beleza não é fundamental, então, cadê o Grafite, ó Zangado, isto é, Dunga?!
O segundo tempo, um pouco melhor, e, apesar dos muitos erros de passe, de lançamento, de chutes, goooooool! Só dois?! Santo Deus, é pouco! Não me importa se de trivela, de canela, de bico, de letra, de placa, quero gols! Antes que meu pedido chegasse a seu destino, a Coreia corou a desatenta defesa brasileira: gol! Socorro! Espere aí: estou reclamando de quê?! O Brasil não ganhou os três pontos, não é líder do seu grupo? Que venha a Costa do Marfim, de preferência, sem costas largas!
Uma Copa de futebol insosso, esta. Acho que faltou o Leão do Goiás para dar jeito na rapaziada. Uma Copa de surpresas, sem dúvida. A começar pela ausência da Zebra, reparei, em alto som. Ih! o anjinho caduco, aquele que só diz amém, amém, amém... ouviu-me (juro, foi sem querer!). E a fulana apareceu. Azar da Espanha, que recebeu a maldita visita listrada. Mais uma vez, com panca de favorita, a seleção espanhola não deu o seu “olé!”. Ao contrário, tomou uma limonada suíça daquelas!
Já que estava na área, a Zebra soltou-se de vez, já na segunda rodada. Deu à França dose cavalar de tequila. Quem mandou a espertinha arrombar a porta dos fundos e assaltar a Irlanda?! Alemanha, serva da Sérvia?! Quem diria?! Mas, vaiada mesmo, só a Inglaterra, que saiu no lombo preto-e-branco da tal desmancha-prazeres.
Até agora, não vi poesia nos pés ou na cabeça dos jogadores. Ou melhor, Robinho fez uns versos. Maicon e Elano, os gols. E eu, esta crônica que, prevejo, incitará os entendidos a resmungarem: ela não entende nada de futebol! E eu, ó, nem tchum pra eles!

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Este texto é magnífico e posso dizer que tenho vários amantes. E vocês meus amigos e minhas amigas também tem vários amantes?

Quem é o seu amante? (Jorge Bucay - Psicólogo)
" Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente, são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia,apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:'Depressão', além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.Há as que pensam: 'Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!' Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.Aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte: AMANTE é 'aquilo que nos apaixona', é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e amotivação da vida.Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto....Enfim, é 'alguém' ou 'algo' que nos faz 'namorar' a vida e nos afasta do triste destino de 'ir levando'.E o que é 'ir levando'? Ir levando é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.Por favor, não se contente com 'ir levando'; procure um amante, seja também um amante e um protagonista... DA SUA VIDA!Acredite: O trágico não é morrer, afinal, a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver.. Por isso, e sem mais delongas, procure um amante ...A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo Transcendental: 'PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA.'

terça-feira, 15 de junho de 2010

XVI Mostra pedagógica do Waldemar Mundim : um mundim repleto de saber e interatividade



XVI Mostra pedagógica do Waldemar Mundim, o que dizer deste evento? Bem, inicio do início, ou melhor, antes da abertura do evento em si.
Os alunos começaram chegar antes mesmo das 7h:00 da manhã, afinal todos queriam garantir suas salas preferidas para organizarem seus trabalhos. Teve turma que se mostrou muito egoísta, não quis dividir a sala com ninguém; de nada adiantou eu ou a professora Janete insistir. Mas depois entendi os meninos, eles ocuparam todo o espaço da sala; estavam abordando a cultura americana – o Halloween - , tinha cada coisa nessa sala, que medo! Por falar em medo e susto, tinha uma sala de cinema 3D, quase fui atingida por uma espada e uma bomba. Ufa! Saí de lá rapidamente.
Arruma uma sala aqui, arruma uma sala ali; as moças do 3º trataram de ficar num cantinho muito especial da escola, uma arena recém construída. Elas estavam apresentando a festança de junho, homenageando os três santos e aproveitaram para arrecadar um dinheirinho com a venda de comidas típicas da época. As garotas não perdem tempo, além de enriquecerem culturalmente, ganhar pontos na média, elas faturaram um dinheirinho para a festa de formatura. Eu vi a Grazielle uma das mais sapecas da turma colocar Santo Antônio de cabeça para baixo; deixa disso menina se dedique aos estudos.
Depois da agitação para organizar bem o espaço para mostrar seus trabalhos, os alunos, comunidade escolar e demais participantes se concentraram no pátio da escola para acompanhar a abertura do evento. O diretor Aires Francisco foi quem deu por iniciada a Mostra. Com um discurso bem humorado ressaltou a importância deste tipo de evento, o qual se tem um envolvimento dos alunos, pais e comunidade escolar, todos unidos em prol do conhecimento e da ética. Aires disse que 16 é a idade dele, alguns alunos acrescentaram que só se fosse em cada perna. Como eles são bonzinhos, vez que além das duas pernas, acrescento os dois braços também. Que o diretor não leia este texto. As bonequinhas das professoras Degmar e Thaís iriam dar início às apresentações; como elas são lindas. Mas para o nosso azar, o som não funcionou, entretanto, o Jéferson e a Patrícia de som não precisaram e as poesias criadas por eles de forma brilhante apresentaram.
Após a abertura, fomos visitar os trabalhos expostos pelos meninos. Quanto trabalho bom! Conheci mais de perto a cultura africana; religião, música, culinária; bolo de pimenta; hum, o paladar não agüenta! Tinha até a cultura japonesa representada naqueles desenhos dos meninos e meninas dos olhos grandes; nunca entendi aqueles desenhos, mas também pudera sou da época da Caverna do Dragão. Contudo, entendo o motivo dos olhos dos personagens animados serem tão grandes; pelo menos nos desenhos os japoneses tem olhos bem abertos. Ao passar pela cultura gaúcha, não tive como escapar de experimentar pinhão; que indigestão! Tinha até chimarrão, mas nem cheguei perto não.
Depois fiz uma verdadeira viagem ao tempo, ao deparar com João Mineiro e Marciano, Luiz Gonzaga com Milionário e José Rico, - cansada de tanto esperar a felicidade, sai a sua procura num mundo sem fim... - desculpem-me, divaguei, sou grande fã deles, embora eu não seja da época deles, aprendi apreciá-los com meu velho/novo pai. Nossa, toda essa rapaziada, fiquei até emocionada. Exagero de minha parte a palavra emocionada foi só para rimar. Por falar em música, alguns alunos estavam cantando ao vivo; música é arte.
Saindo da cultura visitei uma sala que me deixou literalmente com o coração na mão e olha que não foi só eu não. Todos que passaram por lá tiveram a oportunidade de ter um contato, com nosso órgão maior, conhecer bem sobre seu funcionamento, aspecto bem explicado pelos alunos e alunas. Além de poder ter a pressão arterial, medida, não deixa eu falar, digo, escrever mais tecnicamente, aferida. Nesta mesma sala, me deparei com artistas, os meninos engajados com a reciclagem, confeccionaram obras de artes, com materiais recicláveis. Química e arte caminham juntas, tinha uns quadros artísticos confeccionados de acordo com determinadas reações químicas. Fiquei impressionada. Tinha o sabão ecológico, minha Vó e minha mãe só utilizam deste. Doença sexualmente transmissível(DST) também teve seu lugar na Mostra. Os alunos trataram do bulling, melhor dizendo, todo tipo de preconceito, agressão física e psicológica , muito mais prático a tradução do que tal nome em inglês, mas todos citam ele, deve ser mais chique.
O Júlio César e seus colegas resolveram realizar o sonho de muita gente, ficar à moda Gisele Bundchen ou Reynaldo Gianecchine era só uma questão de tempo, digo, de tecnologia photoshop. Eu não me aventurei, vez que ao me deparar com a realidade talvez não me conformaria...
A Mostra se estendeu nos três turnos, alguns alunos expuseram seus trabalhos em todos os turnos. Outros apenas no turno que estudam. No turno vespertino, não tive oportunidade de acompanhar mais de perto o evento, entretanto, tudo correu normalmente, o sucesso foi evidente, todos tiveram a oportunidade de apreciar as bonequinhas, desta vez o som funcionou e as bonequinhas a muitos emocionaram.
No noturno teve cada apresentação, mas já era reta final da exposição para nossa desilusão. Grupo de danças, roda de capoeira, desfile de moda com roupas recicláveis. Que moças bonitas! O professor Kleber foi o organizador do desfile, ele não desfilou, mas deveria, pois tem estilo.
Na sala da turma da Vera tinha fila de espera, pois abordava a Culinária Brasileira, todas as regiões estavam representadas por pratos típicos. E degustar todos queriam. O professor Gismair de perto de tal sala não queria mais sair.
E assim meus amigos vou finalizando este texto, sei que não falei de tudo, mas é assim mesmo. Nossa escola se chama Waldemar Mundim, posso dizer que nosso mundim não é fechado, é aberto à interação e conhecimento e é isto que vivemos a todo momento.

sábado, 12 de junho de 2010

E começa a Copa

Meus amigos e minhas amigas, começou o maior evento de futebol do mundo – A Copa do Mundo – Nossa, confesso a vocês que não estou conseguindo desgrudar os olhos da televisão no momento dos jogos(que a professora Kátia ou a professora Lurdinha não leiam isso), é um evento evolvente, empolgante e que mexe muito com o coração da gente. Antes do início da competição, eu não estava muito animada e muito menos empolgada, mas bastou à bola rolar para o meu coração despertar.
No jogo de abertura, quando vi o Parreira, fiquei me questionando: “ué, cadê o Zagallo? E o Robinho, o Kaká....?" Foi pura falta de atenção, eu que estava acompanhando o Goianão e o começo do Brasileirão esqueci de privilegiar a nossa Seleção. Que falta de informação, é o Dunga que está a frente da nossa Seleção, me perdoem meus amigos e minhas amigas, isso tudo foi por causa da grande decepção que sofri quando o Brasil perdeu para a França por causa de um meião. A Seleção do Parreira, que para nossa sorte não é mais a Brasileira, foi a primeira a estrear para ao delírio os donos da casa levar. Entretanto, a vitória não veio, além dos mexicanos, tinha um juiz no meio. O Parreira tem grande responsabilidade, pois comanda o time da CIDADE.
Mais tarde foi a vez dos franceses, dos quais ultimamente nos tornamos grandes fregueses. Inicialmente gritos de Allez les Bleus eram ouvidos, mas quando os torcedores perceberam que o adversário, Uruguai, estava de azul e a França estava de branco, logo se cessou o canto. Tinha um torcedor com um galo, se bem que aquilo não era um galo se parecia mais com uma galinha. Não, não devia ser o frango que apareceu no sábado em campo. O placar desta partida não foi alterado, e o técnico francês ficou desconsolado. Que cara mais antipático.
No sábado tivemos três grandes confrontos. O time dos grandes heróis e deuses mitológicos, não fizeram a vez de Hércules, Tseu, dentre outros e não apelaram a Zeus rei de todos os Deuses, vez que permitiram sem muita resistência a vitória dos coreanos. Ah, eles fizeram a vez de Afrodite a deusa do amor por ocasião do dia dedicado aos apaixonados, eles não quiseram magoar seus adversários. Que ato de heroísmo, digo, romantismo. E os Argentinos? Com uma elegância admirável, Maradona estava mesmo incontestável. As câmaras focalizavam mais ele do que o jogo em si, o gol da Argentina praticamente não vi; só ouvi, ou melhor, li dos lábios de Maradona, algo como: “ei, ei,” contestando a arbitragem. Os argentinos ganharam, se abraçaram e muito comemoraram. Maradona se mostrou muito carinhoso e em cada um de seus atletas deu um beijo gostoso. Mesmo não querendo admitir, para vocês eu não vou mentir, achei muito bonita demonstração de união de Los Hermanos.
A seleção da Rainha Elizabeth e do Príncipe Charles enfrentou a do Obama. A seleção dos monarcas saiu na frente, mas o time de Obama é muito persistente e contou com uma ajuda um tanto quanto diferente. Vocês se lembram da galinha, digo, frango, dos franceses? Pois bem, o francês dele esqueceu e em campo durante este jogo ele apareceu. Assim, no momento que o atleta americano chutou a bola sem muita pretensão, o frango francês entrou em ação. O goleiro inglês querendo garantir o jantar, vendo o frango e a bola, quis os dois pegar, ficou sem nenhum e permitiu a igualdade no placar. Sem algumas penas com certeza o frango francês ficou, entretanto, ele deve ficar passeando pelos gramados africanos; os goleiros que fiquem espertos com ele!
E a nossa Seleção? Terça-feira nos aguarda para sairmos da retaguarda e entrarmos em campo de vez. Teremos uma semana repleta de futebol, mas infelizmente vou ter que tirar um pouco meus olhos da televisão, pois tenho que garantir meu pão; isso sem falar que o Alcides Rodrigues é o meu patrão. Mas eu confesso que nesses dias de Copa eu não queria trabalhar não.
É uma das minhas músicas preferidas. Apreciem-na:

video
Meus amigos e minhas amigas, um poema bem propício, não só para o dia de hoje, mas como para todos os dias de nossa vida. Amo este poema:

Não deixe o amor passar - Carlos Drummond de Andrade Quando encontrar alguém e esse alguém fizer
seu coração parar de funcionar por alguns segundos,
preste atenção: pode ser a pessoa
mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e neste momento,
houver o mesmo brilho intenso entre eles,
fique alerta: pode ser a pessoa que você está
esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo
for apaixonante,e os olhos se encherem
d'água neste momento, perceba
existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do seu dia
for essa pessoa, se a vontade de ficar
juntos chegar a apertar o coração, agradeça:
Algo do céu te mandou
um presente divino: o Amor

Se um dia tiverem que pedir perdão um
ao outro por algum motivo e, em troca,
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos
e os gestos valerem mais que mil palavras,
entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.

Se por algum motivo você estiver triste,
se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa
sofrer o seu sofrimento, chorar as suas
lágrimas e enxugá-las com ternura, que
coisa maravilhosa: você poderá contar
com ela em qualquer momento de sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir
o cheiro da pessoa como
se ela estivesse ali do seu lado...

Se você achar a pessoa maravilhosamente linda,
mesmo ela estando de pijamas velhos,
chinelos de dedo e cabelos emaranhados...

Se você não consegue trabalhar o dia todo,
ansioso pelo encontro que está marcado para a noite...

Se você não consegue imaginar, de maneira
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...

Se você tiver a certeza que vai ver a outra
envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção
que vai continuar sendo louco por ela...

Se você preferir fechar os olhos, antes de ver
a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes
na vida poucas amam ou encontram um amor verdadeiro.

Às vezes encontram e, por não prestarem atenção
nesses sinais, deixam o amor passar,
sem deixá-lo acontecer verdadeiramente.

É o livre arbítrio.Por isso, preste atenção nos sinais.
Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem
cego para a melhor coisa da vida: o Amor!!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Universidade Federal de Goiás
Ciências Biológicas – Licenciatura

Projeto de intervenção no CEWM:

Valores e Comportamento Social na Realidade Escolar

Dentro da sociedade moderna, somos guiados por um processo de constante transformação, no que diz respeito às inúmeras relações sociais. E são essas relações que tangem o significado, relativamente novo, de socialização, processo no qual há interações sociais de valor formativo ou não. O comportamento social, nada mais é do que um conjunto de atitudes individuais de cada cidadão. Esse agrupamento identifica uma sociedade, mas não define a socialização. Isso porque esta depende de uma série de fatores, como a ruptura de preconceitos, a sensibilização, a coletividade, a interdependência, os valores morais e éticos, os direitos e deveres e principalmente os resultados das ações sociais. Nesse sentido, transmitir essa ideia para um contexto escolar é sem dúvida um grande desafio. No entanto, não deveria ser assim tão difícil vislumbrar essa socialização dentro de uma instituição de ensino, uma vez que esta promove a aprendizagem e consolidação de parte da formação do homem como cidadão.
Nesse sentido esse projeto vem contemplar questões que muitas vezes geram conflitos, incômodo e acabam silenciadas dentro do ambiente escolar. Questões essas que vão desde a lida com as diversidades culturais, com o preconceito, com a inclusão e com a preservação do patrimônio público escolar. O trabalho priorizou a amplitude desses temas, indo além da formalização teórica e passando então para uma prática mais próxima da realidade escolar. A proximidade com os alunos, professores, coordenadores, funcionários e o grupo gestor da escola campo nos trouxe uma experimentação inovadora e acolhedora, o que de fato potencializou a elaboração e desenvolvimento deste projeto. A escola é sem dúvida um modelo no que se refere a sua estrutura física e organizacional, além de contar com uma comunidade escolar participativa. Ao fim deste projeto percebemos que foi possível cumprir nossos objetivos, não em sua integra, mas em uma proporção efetivamente considerável o que nos remete a pensar que vale a pena lutar por uma educação de qualidade, acreditando no potencial de cada aluno, professor, gestor, funcionário e de toda uma comunidade escolar.


Acadêmicos:
Ana Carolina da Rocha Cardoso; Byancarine Antunes Oliveira; Clara Karoline Gomes Moraes; Fernanda Gratão; Ilítia Ganaê de Oliveira Costa; Jorge Freitas Cieslak; Michelly Cristiny Alves Peixoto Pedrosa; Paula de Godoy; Simone Gomes Firmino;
Taiza Moura Silva; Thalita Marra Rosa; Vanessa Rafaela Milhomem Cruz;
Wanessa Eva Maciel.
Docentes:
Fernando Aparecido de Moraes e Rones de Deus Paranhos

fotos Estágio

sábado, 5 de junho de 2010

Plumagens renovadas

O Periquito, após ter sofrido muito no campeonato goiano, tendo suas peninhas queimadas pelas chamas do Dragão, iniciou o Brasileirão enfraquecido, não oferecendo muita resistência nos três primeiros confrontos. No quarto, ele começou dar indícios de reação. O novo treinador estava cuidando da avezinha para que ela pudesse recuperar suas penas e a sua confiança/força. Leão, homem inteligente, sutil e de certa forma arrogante deu suporte para o fortalecimento do Periquito para continuar firme na disputa dos futuros confrontos da competição.
No confronto com o Dragão, o Periquito apareceu em campo com plumagens renovadas, as penas brancas se sobressaiam sobre as verdes; não era mais um daqueles Periquitos tradicionais e sim um do reino. Se bem que é canarinho que tem esta designação, mas adotemos tal caracterização para o nosso Periquito especial. Ao ver o monstro das chamas, a avezinha tremeu e logo foi atingida com uma chama certeira da terrível criatura. Contudo, tal chama não foi suficiente para queimar a nova plumagem especial da nossa ilustre ave. Com isso, o Periquito partiu para cima da fera mitológica e aplicou-lhe três fortes bicadas, deixando-a sem reação no gramado do Serra; como se fosse uma simples lagartixa acuada.
Mais confiante, o Periquito com suas penas especiais recebeu São Paulo de Tarso. O Santo muito encantado com a ave diferente quis capturá-la, mas ela se mostrou muito arisca. Com isso, o Santo paulista tratou de acertar um golpe na pobrezinha na esperança de arrebatá-la, entretanto, ela ficou só um pouco tonta, logo se recompôs e contrariada com o Santo deu-lhe duas fortes bicadas, fazendo com que a divindade fosse embora desolada com tamanho insucesso. Que avezinha mais atrevida!
Por duas vezes o Periquito foi surpreendido pelos seus adversários e demonstrou poder de reação. Sendo assim, ele alçou voos maiores e foi visitar um parente distante, o Urubu, num lugar também distante, lá pelas bandas do Rio de Janeiro. Nossa como é bonita a casa do aparentado do Periquito, pena, que o anfitrião, não recebeu bem a nossa ave, aliás, ele se acha o rei do pedaço, ou melhor, é todo cheio de si. O Urubu queria porque queria bicar o parente visitante, entretanto, desta vez, num primeiro momento, o Periquito, respeitou o dono da casa ficando apenas na defensiva. Contudo, quando seu orgulhoso parente aplicou-lhe uma bicada, a avezinha ficou inflamada e partiu para cima do abutre. E não demorou muito para dar duas bicadas devastadoras na ave carniceira, a qual ficou desfalecida no chão.
Agora, ocupando uma posição mais cômoda na tabela, o Periquito terá uns dias de folga para apreciar a Copa do Mundo. É claro que ficará de olho e torcerá muito pelo seu parente mais próximo o Canarinho. Assim, com tal apreciação a sua qualidade técnica poderá melhorar ainda mais, como bem observou o inteligente, sutil e de certa forma arrogante Leão.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O que está faltando ao nosso Atlético?

É decepcionante ver o nosso Atlético na última colocação do Brasileirão. O time não é dos piores, conta com bons valores, a começar com um técnico de peso, aliás, literalmente bem pesado(como está pançudo o Geninho). Entretanto, o time não conseguiu uma simples vitória se quer, apenas um frustrante empate com o Grêmio em casa.
No clássico contra o Goiás, na minha concepção foi a pior partida realizada pelo Dragão. Esperava-se um jogo equilibrado, mas não foi. O time da Campininha começou ganhando, mas permitiu a virada esmeraldina. E uma virada com muito merecimento, diga-se de passagem. Entretanto, os outros cinco jogos realizados pelo Atlético, o time desempenhou um bom futebol, mas não conseguiu vencer. Com isso, fico me perguntando: O que está faltando ao nosso Atlético para desencantar no Brasileirão?
Quando o Atlético conseguiu o acesso, muito se dizia que o time não conseguiria se manter na elite, seria uma espécie de bate-volta, ou melhor, sobe-desce. Contudo, tendo em vista, o amplo crescimento da equipe nos últimos cinco anos, tinha e ainda tenho uma opinião mais otimista com relação ao Rubro-Negro goiano. Penso que o Dragão está intimidado, com a série de prestígio do Nacional por isso de certa forma desempenha bons jogos, mas não consegue vencer. Entretanto, se as vitórias não começarem a acontecer... É uma possibilidade da resposta do questionamento proposto por mim, entretanto, acredito ser uma resposta meio vaga, creio que não vou conseguir responder a questão adequadamente, por isso, meus amigos, peço a ajuda de vocês para juntos descobrirmos o que está acontecendo com o Atlético. Enquanto isso me arrisco em outra possibilidade.
Será que Juninho, Robston, Marcão, dentre outros, são jogadores que jogam apenas na série B? Momentaneamente tais atletas não tiveram boas atuações, assim esse tipo de questionamento se torna inevitável e nos parece que não é apenas mistificação o fato de determinados jogadores só jogarem em determinadas equipes ou séries do Nacional. O franzininho Juninho tirava o sono dos zagueiros adversários na série B; era cada jogada, era cada gol. Agora, o mínimo que ele tem feito é tirar o sono dos torcedores atleticanos de tão enervados que eles devem ficar ao ver as atuações medíocres do atacante. E para quem pensava que o Marcão seria a solução, só está sendo mais uma desilusão. Que insatisfação! O Robston é um dos principais atletas do Atlético, entretanto, ele está inibido/escondido em campo e isso tem prejudicado e muito a equipe. Robston teve fundamental importância no acesso do Dragão; foi o craque do Goianão, mas no Brasileirão, até então é só decepção. Ele, como já escrevi em outro texto tem sido o coração do Dragão e se o coração não vai bem... Hum..., amigos, o mau funcionamento do coração do Dragão, parece ser uma boa possibilidade de resposta para o questionamento em questão. Vocês concordam comigo?
Para finalizar, clamo aos torcedores atleticanos, assim como clamei outrora os torcedores colorados a carregarem a bandeira do otimismo, vez que a situação do Dragão poderia ser pior, estar segurando a lanterna sem ter nenhum ponto. Otimismo sempre e sempre.

P.s.: ao assistir o jogo entre Grêmio Prudente e Atlético fiquei meio que desconsolada, ao ouvir a colocação do locutor esportivo(creio que faz parte da imprensa paulista) com relação aos nossos times goianos. Ele ressaltou a péssima campanha das equipes goianas em suas respectivas séries. Que vergonha! Entretanto, o Goiás fez bonito ao desbancar o poderoso São Paulo e sair da temida e humilhante zona de rebaixamento.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Poderia ser Pior

Após sofrer mais uma goleada em casa, o Vila assume a vice-lanterna do Brasileirão série B, uma posição “excelente” para seguir com passos firmes rumos ao Paraíso. Se o time tivesse feito o dever de casa poderia estar numa situação mais cômoda na tabela, entretanto, nas três partidas realizadas em seus domínios, venceu uma pelo placar mínimo, e perdeu duas por placares bem elástico: sete gols em dois jogos. Contudo, sejamos otimistas, poderia ter sido pior, levar oito gols em casa e figurar na lanterna da competição. Realidades bem distantes de nosso Vila.
Nós torcedores do futebol goiano e principalmente os apaixonados torcedores Colorados temos que carregar a bandeira do otimismo. E o que tem acontecido frente ao comando técnico do Tigre, faz com que a empolgação tome conta do nosso cotidiano. Depois da demissão de Edson Gaúcho, os dirigentes vilanovenses agiram rápido, logo, promoveram novamente Zé Roberto como interino. Embora, o time sob seu comando tenha perdido as duas partidas, percebemos certo progresso, vez que diminuiu o número de gols sofridos fora e dentro de casa. E isso é muito animador. Mais animador ainda, amigos Colorados, é ouvir especulações sobre a contratação de Eriberto Cunha. O que dizer destas especulações? Posso dizer o seguinte, ele simplesmente não conseguiu manter o Itumbiara na primeira divisão do Goianão. Acredito que não preciso mencionar mais nada. Ah, me desculpem amigos, por ter deixado o otimismo de lado. O campeonato goiano é bem mais disputado do que o Nacional da série B, então podemos ter boas expectativas com Eriberto no comando do Vila rumo ao ... Paraíso; otimismo sempre!
Então, amigos Colorados, vamos confiar no possível futuro técnico do Vila, vez que já vieram figuras famosas por levarem times para o Paraíso, veio até o rei do acesso Givanildo, entretanto, não obtiveram sucesso frente ao Tigre. Sendo assim, quem sabe Eriberto Cunha, o qual não conseguiu manter a equipe do Itumbiara na elite do futebol goiano, possa conseguir o impossível, digo, possível, feito de levar o Colorado a série A. E lembrem-se, meus amigos, otimismo sempre e sempre, pois poderia ser pior.