quarta-feira, 26 de maio de 2010

Borboleta amarela: um bom prenúncio para o time do Vila


O que estaria fazendo uma borboleta amarela em plena noite de futebol no Serra Dourada? Ela estava desfilando entre os atletas e trio de arbitragem do possível espetáculo, no momento da execução do Hino Nacional. Borboleta amarela; cor amarela, nada mais propício para o momento de devoção a Pátria e para época Pré-Copa, a qual estamos vivenciando.

A presença de tal visita inesperada poderia ser um bom prenúncio para o time do Vila Nova? Nesta partida em si não, entretanto, para um futuro com possíveis prosperidades sim - a completude da resposta deixo para o final. O Colorado, não jogou bem, ou melhor, não jogou. Edson Gaúcho, querendo a vitória a qualquer custo, fez uma verdadeira salada na escalação do Vila. Mas a salada estava sem sabor; ah, também pudera, salada não é a especialidade dos Gaúchos, se ao menos fosse um churrasco. Colocou atacante até na ala esquerda; isso que é vontade de ganhar! E o pior, atletas que jogaram nas suas verdadeiras posições, foram figuras nulas em campo. Bruno Casarine e o zagueiro artilheiro Júnior paulista são alguns exemplos. Se bem que Júnior Paulista, não foi tão nulo assim, fez um favorzinho ao Bahia, ao cometer um pênalti em Ananias. Com um zagueiro destes os adversários do Vila, não precisam de “matadores”. Rodrigo Gral cobrou a penalidade e o tímido goleiro Weverton nem na foto saiu.

Perdendo por 1x0, o time do Vila esboçou uma falsa reação, mas o falso ala esquerdo Anderson Gomes, ao dar um bote falso na bola, quase arrancou as pernas falsas, digo, verdadeiras, do atleta baiano. Que ato desumano! Não crucifiquemos o garoto, ele é atacante, jogou na ala esquerda de improviso e a marcação não é o seu verdadeiro ofício. Era lance para vermelho, mas o juizão amarelou, apenas o cartão amarelo aplicou e o garoto vilanovense alegre ficou. Cartão amarelo, borboleta amarela.... Entretanto, sua alegria pouco durou, ao simular uma falta na pequena área, o vermelho levou. Nem todos os atletas são como o polivalente Osmar. Assim, o Colorado, foi descansar 15 minutos em desvantagem no placar e com 11 jogadores a menos, digo, 1 jogador a menos. E a nossa visitante da noite, a borboleta amarela, a essa altura deveria estar saciando a fome de algum pardal ou gavião...

Se no primeiro tempo as coisas estavam complicadas para o Vila, no segundo se complicaram de vez. Pardalzinho e Gavião, não estou falando de aves não, mas sim de dois atletas do Tigrão. Jogadores têm cada nomeação, neste jogo tinha até Jacaré, digo, Itacaré. Bem, mas voltemos as nossas aves, digo, jogadores do Tigre, estes dois atletas não deixaram a torcida colorada muito animada e voaram mais cedo para o vestiário. Entraram atletas e saíram atletas e a mediocridade do futebol dos vilanovenses permanecia bem firme em campo. Com isso, o Bahia deitou e rolou no gramado do Serra, só não aplicou uma goleada histórica no Vila, pela falta de maior capricho nas conclusões para o gol. O Colorado caiu de quatro diante dos baianos.

Entretanto, de acordo com as palavras do humilde treinador Renato Gaúcho, não foi o Vila que jogou mal, e sim o Bahia que jogou bem demais e não permitiu a equipe goiana jogar. É um fato muito consolador para os apaixonados colorados.

Agora, amigos, tentarei completar a resposta da segunda questão proposta por mim. Mesmo com uma derrota vexatória, a presença da borboleta amarela no Serra Dourada foi um prenúncio de boas novas para o Vila e seus torcedores. Amigos, vocês podem até dizer que sou maluca e por vezes, ou melhor, na maioria das vezes sou mesmo, contudo, neste instante passo por momentos de sanidade. Assim sendo, lhes explico melhor: borboleta, de acordo com o dicionário de simbologia, pode significar um novo recomeço e a cor amarela, o despertar de novas esperanças. Com a derrota, Edson Gaúcho foi demitido e... . Axé minha gente colorada.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Borboleta amarela: um bom prenúncio para o time do Vila


O que estaria fazendo uma borboleta amarela em plena noite de futebol no Serra Dourada? Ela estava desfilando entre os atletas e trio de arbitragem do possível espetáculo, no momento da execução do Hino Nacional. Borboleta amarela; cor amarela, nada mais propício para o momento de devoção a Pátria e para época Pré-Copa, a qual estamos vivenciando.

A presença de tal visita inesperada poderia ser um bom prenúncio para o time do Vila Nova? Nesta partida em si não, entretanto, para um futuro com possíveis prosperidades sim - a completude da resposta deixo para o final. O Colorado, não jogou bem, ou melhor, não jogou. Edson Gaúcho, querendo a vitória a qualquer custo, fez uma verdadeira salada na escalação do Vila. Mas a salada estava sem sabor; ah, também pudera, salada não é a especialidade dos Gaúchos, se ao menos fosse um churrasco. Colocou atacante até na ala esquerda; isso que é vontade de ganhar! E o pior, atletas que jogaram nas suas verdadeiras posições, foram figuras nulas em campo. Bruno Casarine e o zagueiro artilheiro Júnior paulista são alguns exemplos. Se bem que Júnior Paulista, não foi tão nulo assim, fez um favorzinho ao Bahia, ao cometer um pênalti em Ananias. Com um zagueiro destes os adversários do Vila, não precisam de “matadores”. Rodrigo Gral cobrou a penalidade e o tímido goleiro Weverton nem na foto saiu.

Perdendo por 1x0, o time do Vila esboçou uma falsa reação, mas o falso ala esquerdo Anderson Gomes, ao dar um bote falso na bola, quase arrancou as pernas falsas, digo, verdadeiras, do atleta baiano. Que ato desumano! Não crucifiquemos o garoto, ele é atacante, jogou na ala esquerda de improviso e a marcação não é o seu verdadeiro ofício. Era lance para vermelho, mas o juizão amarelou, apenas o cartão amarelo aplicou e o garoto vilanovense alegre ficou. Cartão amarelo, borboleta amarela.... Entretanto, sua alegria pouco durou, ao simular uma falta na pequena área, o vermelho levou. Nem todos os atletas são como o polivalente Osmar. Assim, o Colorado, foi descansar 15 minutos em desvantagem no placar e com 11 jogadores a menos, digo, 1 jogador a menos. E a nossa visitante da noite, a borboleta amarela, a essa altura deveria estar saciando a fome de algum pardal ou gavião...

Se no primeiro tempo as coisas estavam complicadas para o Vila, no segundo se complicaram de vez. Pardalzinho e Gavião, não estou falando de aves não, mas sim de dois atletas do Tigrão. Jogadores têm cada nomeação, neste jogo tinha até Jacaré, digo, Itacaré. Bem, mas voltemos as nossas aves, digo, jogadores do Tigre, estes dois atletas não deixaram a torcida colorada muito animada e voaram mais cedo para o vestiário. Entraram atletas e saíram atletas e a mediocridade do futebol dos vilanovenses permanecia bem firme em campo. Com isso, o Bahia deitou e rolou no gramado do Serra, só não aplicou uma goleada histórica no Vila, pela falta de maior capricho nas conclusões para o gol. O Colorado caiu de quatro diante dos baianos.

Entretanto, de acordo com as palavras do humilde treinador Renato Gaúcho, não foi o Vila que jogou mal, e sim o Bahia que jogou bem demais e não permitiu a equipe goiana jogar. É um fato muito consolador para os apaixonados colorados.

Agora, amigos, tentarei completar a resposta da segunda questão proposta por mim. Mesmo com uma derrota vexatória, a presença da borboleta amarela no Serra Dourada foi um prenúncio de boas novas para o Vila e seus torcedores. Amigos, vocês podem até dizer que sou maluca e por vezes, ou melhor, na maioria das vezes sou mesmo, contudo, neste instante passo por momentos de sanidade. Assim sendo, lhes explico melhor: borboleta, de acordo com o dicionário de simbologia, pode significar um novo recomeço e a cor amarela, o despertar de novas esperanças. Com a derrota, Edson Gaúcho foi demitido e... . Axé minha gente colorada.

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